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Ypê investe R$ 1,3 milhão para plantar 23 mil mudas e recuperar área equivalente a 15 campos de futebol

O projeto Plantar Vida, uma iniciativa da Ypê em parceria com o H2A Hub Agroambiental e o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), continua avançando em seus esforços para restaurar as Áreas de Preservação Permanente (APPs) no interior das propriedades rurais da Bacia do Rio Camanducaia, que passam pelas cidades de São Paulo e Minas Gerais.
Desde seu início, em 2021, o projeto já plantou 23 mil mudas de espécies nativas em 16 hectares, uma área que corresponde a 15 campos de futebol, contribuindo significativamente para a preservação ambiental e a segurança hídrica da região. A Bacia do Rio Camanducaia abrange cerca de 1.000 km², integra 11 municípios – entre eles Amparo, Jaguariúna, Monte Alegre do Sul, Pinhalzinho, Serra Negra, Socorro, Toledo e Pedra Bela – e é responsável pelo abastecimento de, aproximadamente, 300 mil habitantes. O Plantar Vida tem o potencial de aumentar a cobertura da vegetação nativa do município e aumentar a biodiversidade na região, envolvendo a diminuição dos riscos climáticos.
Com um investimento de cerca de R$ 1,3 milhão, as iniciativas visam a regeneração do vegetação e a melhoria da qualidade da água do Rio Camanducaia, com expectativa de benefícios no médio e longo prazo.
“O Plantar Vida reflete o compromisso da Ypê com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. Atingir o marco de plantar 16 hectares em Áreas de Preservação Permanente na Bacia do Rio Camanducaia é um marco importante, pois não só contribui para a recuperação da biodiversidade local, mas também fortalece o papel do produtor rural na proteção e recuperação dos recursos hídricos. Seguiremos trabalhando para expandir essas iniciativas e ampliar o impacto positivo que existe na relação simbiótica entre floresta e água”, afirma Gustavo de Souza, diretor de pesquisa, desenvolvimento, qualidade, WCM e sustentabilidade da Ypê.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







