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Xuxa protagoniza nova campanha de Amazon

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A música “Abecedário da Xuxa”, acaba de ganhar nova versão em campanha da Amazon.com.br. A apresentadora Xuxa Meneghel entra em cena reforçando conceito global, “de A a Z”, para promover a diversidade de produtos disponíveis no site, que conta com mais de 50 milhões de itens em mais de 30 categorias: abrangendo desde produtos eletrônicos, itens de beleza e higiene pessoal, alimentos, livros; até ferramentas, produtos para pets, jardinagem, escritório, esportes e muito mais.

O enredo do filme, de 1’40”, traz a “Rainha dos Baixinhos” navegando pelo aplicativo da Amazon.com.br quando se depara com a assinatura Tudo pra você, de A a Z, momento em que Xuxa começa a cantar sua icônica música. Na nova versão, porém, cada letra do abecedário é acompanhada por um produto que pode ser encontrado no site, como A de Alexa, B de banquinho, C de colchão, D de desodorante, E de escova e F de fogão, reforçando a conveniência de encontrar tudo o que você precisa em um só lugar. No ponto alto da música, Xuxa pergunta: “X o que que é?”, esperando ouvir seu nome. O coro, entretanto, responde: “xícara”, momento em que o take de cena revela sua cara de surpresa.

A escolha da Xuxa e a narrativa reforçam a estratégia da Amazon.com.br de se tornar cada mais próxima do consumidor brasileiro e mostrar o amplo repertório de produtos que oferece”, comenta Camila Nunes, Líder de Marketing da Amazon Brasil. “E quem melhor para protagonizar a campanha e falar sobre o abecedário do que essa celebridade tão querida que cantou as letras para gerações e gerações de brasileiros?”, complementa Marcelo Nogueira, diretor executivo de criação da AlmapBBDO, agência idealizadora da campanha.

Com tom humorado, a campanha traz ainda referências da carreira da Xuxa que viralizaram na internet. A iniciativa contempla presença massiva no ambiente digital e será veiculada nos canais oficiais da marca, assim como nos perfis da Xuxa.

FICHA TÉCNICA
Agência: AlmapBBDO
Anunciante: Amazon
Produto: Amazon.com.br
CCO: Luiz Sanches
Diretor Executivo de Criação: Marcelo Nogueira
Diretores de Criação: Renato Butori e Rodrigo Resende
Criação: Giba Mendes e Mauro Maedo
Produção Audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Boas e Aline Silva
Atendimento: Maysa Oliveira, Fabíola Loureiro, Bruna Santarosa e Luiza Neves
Planejamento: Sergio Katz, Beatriz Scheuer e Luciana Shinoda
Head de Produção Digital: Lilian Cavallini
Gerente de Projetos: Sabrina Ramiles e Vinycius Maciel
Produtora: iDigital

Aprovação Cliente:
 Camila Nunes, Lillian Dakessian, Lara Camargo e Nina Anaruma

Produtora Filme: CINE
Direção: Walk In
Diretor de Fotografia: Ted Abel
Assistente de Direção: Bruno Benecc
Diretor de arte: Gabriela Valverde
Coordenação de Produção: Jair Costa
Assistentes de Coordenação de Produção: Kaique Nepomuceno / Roseli Sabino
Diretora de produção: Luca Macedo
Produção Executiva: Raul Doria e Deo Borba
Assistente de Produção Executiva: Renata Jarud
Atendimento Produtora: Rafael Azevedo
Atendimento Pós-produção: Juliana Silva
Montagem: Pedro Andreta
Coordenador de Ilha de edição: Marcos Eduardo Santos
Coordenador de Pós-Produção: Sergio Cicinelli e Lucas de Paula
Finalização: CINE X

Produtora de Som: Satelite Áudio
Direção Musical: Kito Siqueira, Roberto Coelho, Hurso Ambrifi
Atendimento: Fernanda Costa e Juliana Correa
Produção Musical: Kito Siqueira, Roberto Coelho, Hurso Ambrifi, Mike Vlcek, Thiago Colli, Charly Coombes, Koitty.
Finalização: Carla Cornea, Ian Sierra, Vithor Moraes, Renan Marques, Arthur Dossa
Coordenação de produção: Debora Lemes, Victor Nogueira
Assistente de produção: João Piccoli

Gravação e Edição da voz da Xuxa: Sperling Studio.
Produtor da Gravação: Ary Sperling

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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