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Wired Festival 2021 acontece no Planetário da Gávea, no Rio de Janeiro

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Com o propósito de inovar, compartilhar ideias e gerar valor na prática, O Globo e a Editora Globo Condé Nast promovem mais uma edição do Wired Festival, nos dias 1 e 2 de dezembro, no Planetário da Gávea, na cidade do Rio de Janeiro. Com o mote “The Lab of Us”, o festival busca provocar novas formas de pensar através da mistura de pessoas e ideias, criando conexões com o objetivo de impactar a sociedade em diversas frentes, seja pensando as cidades do futuro, a sustentabilidade ou a educação, tendo como pano de fundo as relações humanas.

Idealizado em parceria com a consultoria de inovação 16 01, dos sócios Eduardo Paraske e Leonardo Brazão, o Wired Festival volta ao formato presencial após o hiato ocasionado pelo período de isolamento social. A pandemia e seus efeitos no ser humano inclusive foram um importante ingrediente utilizado para se pensar o evento e seus talks. Além da 16 01, a Condé Nast também convidou Adriana Barbosa, CEO da PretaHub e fundadora da Feira Preta para atuar na consultoria do festival.

-Nós somos laboratórios de inovação, transformação e criatividade. A inovação não é só algo que buscamos, mas também está no nosso cotidiano, em pequenos gestos e decisões. Não nos damos conta, mas somos motores de inovação -diz Paula Mageste, CEO da Edições Globo Condé Nast (EGCN), que detém os direitos da marca “Wired” no Brasil.

Com apresentação da Invest.Rio I Prefeitura RJ, patrocínio da C&A, Draft Line e Unico, o evento é gratuito e sujeito à lotação. Para garantir acesso às palestras, o ingresso é através do site o Ingresso Certo .

Importante ressaltar que todos os protocolos sanitários indicados pelas autoridades de saúde e vigentes durante o período de realização do evento serão seguidos. Será também exigido o passaporte da vacina, digital ou físico, com documento de identificação para acesso ao Festival.

O Wired Festival chega no melhor momento possível. Depois de tanto tempo sem eventos presenciais, é ótimo voltarmos a nos ver fisicamente para debater inovação e apontar caminhos para o futuro – diz André Miranda, editor executivo do GLOBO.

Programação

Entre os palestrantes já confirmados estão artistas como Negra Li, Rincon Sapiência e Xamã; criadores de conteúdo como Nathaly Dias, a blogueira da baixa renda, a Pequena Lô, Gil do Vigor e Bianca Andrade, a Boca Rosa; Buuba Aguiar, Gizele Martins e Jefferson Quirino, idealizadores de projetos sociais que transformam a vida de moradores de comunidades do Rio de Janeiro; empreendedores como Rafael Dulton, cofundador da Movile – grupo de tecnologia que possuiu as empresas Ifood, Playkids, Sympla, Wavy, entre outras, além de Alice Pataxó, ativista e comunicadora Indígena da aldeia Pataxó Craveiro, fundadora do canal Nuhé no YouTube e estudante de Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).
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Eventos

UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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