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will bank lança campanha em TV aberta

O will bank acaba de lançar os novos filmes de sua campanha de marca. Inspirado em histórias reais de clientes, com criação da monkey-land e produção da Cave, os vídeos são focados em como o cartão de crédito tem o poder de transformar a vida das pessoas.
O banco digital, que tem como foco atender o público desbancarizado, estabeleceu três pilares determinantes para basear a campanha: mostrar o crédito como um agente que impulsiona a vida das pessoas; a possibilidade de se ter uma relação mais leve ao falar de finanças, além de celebridades alinhadas com o perfil dos clientes.
Segundo Daniel Feitoza, CMO do banco digital, o principal diferencial da campanha é trazer uma mensagem verdadeiramente alinhada com o propósito da fintech: crédito como direito humano. “É comum que o brasileiro tenha um pé atrás em relação ao cartão de crédito. Muitas vezes ele é visto como um vilão, que favorece o endividamento de famílias ou um privilégio, que garante poder de consumo para poucos. Com a nossa campanha, temos o objetivo de desmistificar essa ideia e mostrar que muita gente está tendo sua realidade transformada por um cartão de crédito will bank”, afirma.
Para Felipe Félix, CEO do will bank, a campanha é também um meio de reforçar que o cliente está no centro da estratégia de negócios do banco: “O mercado de meios de pagamento vem evoluindo com rapidez. O PIX e o Open Finance estão só no começo de um processo de revolução do sistema bancário tradicional. Por isso, nossa estratégia é estar cada vez mais próximos do nosso cliente, para entender como ele vai transacionar e reagir diante de novas tecnologias que surgem neste novo cenário, em constante transformação. A opinião do nosso cliente é que vai determinar a evolução dos nossos produtos e do banco com um todo. Nossa campanha dá voz ao nosso cliente, para que ele se reconheça e entenda que ele é o protagonista dentro da nossa companhia”, afirma.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







