Empresa
will bank lança campanha em TV aberta

O will bank acaba de lançar os novos filmes de sua campanha de marca. Inspirado em histórias reais de clientes, com criação da monkey-land e produção da Cave, os vídeos são focados em como o cartão de crédito tem o poder de transformar a vida das pessoas.
O banco digital, que tem como foco atender o público desbancarizado, estabeleceu três pilares determinantes para basear a campanha: mostrar o crédito como um agente que impulsiona a vida das pessoas; a possibilidade de se ter uma relação mais leve ao falar de finanças, além de celebridades alinhadas com o perfil dos clientes.
Segundo Daniel Feitoza, CMO do banco digital, o principal diferencial da campanha é trazer uma mensagem verdadeiramente alinhada com o propósito da fintech: crédito como direito humano. “É comum que o brasileiro tenha um pé atrás em relação ao cartão de crédito. Muitas vezes ele é visto como um vilão, que favorece o endividamento de famílias ou um privilégio, que garante poder de consumo para poucos. Com a nossa campanha, temos o objetivo de desmistificar essa ideia e mostrar que muita gente está tendo sua realidade transformada por um cartão de crédito will bank”, afirma.
Para Felipe Félix, CEO do will bank, a campanha é também um meio de reforçar que o cliente está no centro da estratégia de negócios do banco: “O mercado de meios de pagamento vem evoluindo com rapidez. O PIX e o Open Finance estão só no começo de um processo de revolução do sistema bancário tradicional. Por isso, nossa estratégia é estar cada vez mais próximos do nosso cliente, para entender como ele vai transacionar e reagir diante de novas tecnologias que surgem neste novo cenário, em constante transformação. A opinião do nosso cliente é que vai determinar a evolução dos nossos produtos e do banco com um todo. Nossa campanha dá voz ao nosso cliente, para que ele se reconheça e entenda que ele é o protagonista dentro da nossa companhia”, afirma.
Empresa
Heineken desafia lógica digital com “Dumb Ads” e premia consumidores que aceitam quebrar o algoritmo

Em uma provocação direta à previsibilidade das redes sociais, a Heineken lançou a ação “Dumb Ads”, uma iniciativa que subverte a lógica tradicional da mídia programática. Criada pela LePub São Paulo, a campanha utiliza dados e tecnologia não para reforçar padrões de consumo, mas para confrontá-los, incentivando o público a sair de suas bolhas digitais e se abrir para experiências presenciais inesperadas.
A estratégia consistiu em mapear como os algoritmos segmentam os usuários e, deliberadamente, inverter essa distribuição. Perfis habituados a receber recomendações repetitivas passaram a ser impactados por anúncios de eventos completamente distantes de seu histórico de navegação. O objetivo central foi transformar a publicidade digital em um vetor de descobertas espontâneas, ampliando o repertório cultural dos consumidores.
“Mais do que questionar a lógica das plataformas, ‘Dumb Ads’ reforçou o posicionamento da Heineken como uma marca que conecta pessoas desde 1873 e incentiva a desconexão do previsível, promovendo experiências únicas que ampliam as possibilidades de socialização”, explica Williane Vieira, gerente de marketing da Heineken no Brasil.
Para materializar essa quebra de padrão, a marca premiou os consumidores que aceitaram o desafio com 420 ingressos para grandes eventos musicais e culturais. A lista de experiências incluiu festivais como Afropunk, Rock the Mountain, Time Warp e C6 Festival, além de apresentações de bandas como D.R.I e Ratos de Porão, a turnê “After Hours ‘til Dawn Tour” e o Trophy Tour UCL. Para garantir as entradas, os usuários impactados precisavam confirmar a adesão à proposta e preencher seus dados.
Laura Esteves, CCO da LePub São Paulo, destaca que a campanha buscou uma rota contraintuitiva no mercado. “Em uma época em que todos têm acesso a dados e ferramentas para atingir seu público, pensamos uma forma criativa de quebrar o algoritmo e oferecer possibilidades diferentes das que costumamos escolher”, afirma a executiva.
A ação integra o ecossistema da campanha “Algoritmo”, que convida o público a trocar o isolamento dos feeds e filtros por encontros reais. Ao desafiar a automação das escolhas, a Heineken reafirma seu papel no live marketing como uma marca que valoriza a imprevisibilidade da vida fora das telas, transformando a mídia digital em um convite para a vida real.
Empresa
Gillette resgata DNA esportivo e lança movimento #CaraDeCampeão para celebrar centenário no Brasil

Para celebrar um século de história e inovação no país, a Gillette, marca da P&G, está de volta ao centro do gramado. Com a campanha #CaraDeCampeão, a marca revisita seu legado como pioneira mundial no marketing esportivo e aposta em uma observação histórica curiosa: em todos os grandes títulos conquistados pelo futebol brasileiro, os jogadores estavam barbeados.
O insight, que une tradição e mística, transforma o ato de se barbear em um verdadeiro ritual de sorte para a torcida. Ao patrocinar oficialmente as transmissões do Brasileirão 2026 na CazéTV, a Gillette posiciona o autocuidado como uma nova superstição nacional, conectando confiança pessoal ao desejo de vitória. “Há mais de um século, Gillette foi pioneira no marketing esportivo – uma estratégia que ajudou a construir e transformá-la em uma das mais valiosas marcas de bens de consumo no mundo. Com #CaraDeCampeão, queremos reforçar esse legado e fazer com que cada brasileiro, ao se barbear, se sinta confiante e como se estivesse atraindo sorte”, explica Caio Cavallari, diretor sênior da Gillette no Brasil.
A campanha, assinada pela agência Outpromo, já ganha tração digital com um time de peso. Lendas do esporte como o capitão Cafu, além de influenciadores como Matheus Costa e Diego Defante, aderiram ao movimento, desafiando os torcedores a exibirem sua #CaraDeCampeão nas redes sociais como parte da preparação para os jogos.
O pontapé inicial da ação ocorreu durante a programação da CazéTV e já rendeu desdobramentos internacionais de impacto, como ativações no jogo entre Brasil e França, realizado no Boston Gillette Stadium. Para a marca, a iniciativa é mais do que uma peça publicitária; é uma inserção cultural em um país onde a superstição é parte indissociável da experiência de torcer, garantindo que a Gillette siga presente na jornada do consumidor dentro e fora dos estádios.








