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Wickbold e Seven Boys distribuem mais de 80 mil produtos em parceria anual com a Mimoo

Estão na lista os tradicionais bolinhos e itens sazonais, como o Panettone, além de lançamentos previstos para o período. A cada etapa, cerca de 15 a 20 mil unidades serão distribuídas. A primeira fase da ação já está ativa e os clientes podem retirar nas lojas Mimoo de sua preferência duas versões do bolinho Seven Boys: Baunilha com gotas de chocolate e Chocolate com recheio de chocolate.
“O principal objetivo dessa parceria é criar uma relação cada vez mais próxima entre os consumidores e a as marcas do Grupo Wickbold. Por meio do aplicativo poderemos gerar experimentação dos nossos produtos de linha, além de divulgar os nossos lançamentos para os usuários do app, que poderão fazer o resgate dos itens nas lojas da Mimoo”, conta Luciana Rangel do Carmo, gerente executiva de marketing e P&D da Wickbold.
No ato do resgate, a Mimoo desafia o consumidor a ser um influenciador digital. Para isso, incentiva que as pessoas compartilhem em suas redes sociais a experiência com o produto resgatado, a fim de difundir ainda mais a iniciativa.
Como funciona
Para retirar os produtos gratuitamente, o cliente precisa baixar o app Mimoo ― disponível para android e IOS ― e completar uma série de “missões”, para ganhar pontos. Após a conclusão dos passos, o consumidor poderá trocar seus pontos por produtos na unidade de sua preferência, também selecionada no próprio aplicativo. Hoje, a Mimoo está nos shoppings Metrô Tatuapé, Metrô Tucuruvi, Grand Plaza, Cidade São Paulo, SP Market e Granja Vianna.
Desde sua fundação, em 2019, a startup já entregou mais de 2 milhões de itens, gerando mais de R$ 40 milhões em doações para mais de 100 mil usuários, e, hoje, conta com investimento dos fundos, Jaú Partners e AcNext, que juntos aportaram mais de R$ 5 milhões na startup ― que tem um plano de metas bastante agressivo para os próximos 5 anos, com foco no crescimento de lojas, faturamento e quadro de funcionários.
“O foco da Mimoo é conectar pessoas, marcas e varejistas, com um modelo de negócio que traz resultados consistentes, agrega valor às marcas e revoluciona o marketing de experimentação. Trazemos uma experiência positiva para o consumidor, que pode retirar o produto gratuitamente em uma de nossas lojas, e proporcionamos para as marcas uma chance de que novos clientes tenham acesso aos seus produtos e os avaliem”, conta Ernesto Vilela, idealizador do conceito.
Para o grupo Wickbold, que tem o histórico de realizar ações de experimentação direto no ponto de venda, o modelo de negócio da Mimoo traz benefícios, principalmente nesse período de transição, em que estamos redescobrindo como retornar com algumas operações, como a degustação em loja. ”Com as ações de experimentação quebramos a barreira do provar e temos a possibilidade de ganhar um novo consumidor”, conclui Luciana.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








