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Wickbold e Seven Boys distribuem mais de 80 mil produtos em parceria anual com a Mimoo

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Wickboldque atua no segmento de pães especiais, e a Seven Boysreconhecida marca de pães com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro, se juntam à Mimoo ― loja onde tudo é grátis ―, para uma ação que vai entregar, gratuitamente, mais de 80 mil produtos para os clientes da startup ao longo de 2022. A ação terá quatro fases e, em cada uma delas, um tipo de produto será distribuído.

Estão na lista os tradicionais bolinhos e itens sazonais, como o Panettone, além de lançamentos previstos para o período. A cada etapa, cerca de 15 a 20 mil unidades serão distribuídas. A primeira fase da ação já está ativa e os clientes podem retirar nas lojas Mimoo de sua preferência duas versões do bolinho Seven Boys: Baunilha com gotas de chocolate e Chocolate com recheio de chocolate.

“O principal objetivo dessa parceria é criar uma relação cada vez mais próxima entre os consumidores e a as marcas do Grupo Wickbold. Por meio do aplicativo poderemos gerar experimentação dos nossos produtos de linha, além de divulgar os nossos lançamentos para os usuários do app, que poderão fazer o resgate dos itens nas lojas da Mimoo”, conta Luciana Rangel do Carmo, gerente executiva de marketing e P&D da Wickbold.

No ato do resgate, a Mimoo desafia  o consumidor a ser um influenciador digital. Para isso, incentiva que as pessoas compartilhem em suas redes sociais a experiência com o produto resgatado, a fim de difundir ainda mais a iniciativa.

Como funciona

Para retirar os produtos gratuitamente, o cliente precisa baixar o app Mimoo ― disponível para android e IOS ― e completar uma série de “missões”, para ganhar pontos. Após a conclusão dos passos, o consumidor poderá trocar seus pontos por produtos na unidade de sua preferência, também selecionada no próprio aplicativo. Hoje, a Mimoo está nos shoppings Metrô Tatuapé, Metrô Tucuruvi, Grand Plaza, Cidade São Paulo, SP Market e Granja Vianna.

Desde sua fundação, em 2019, a startup já entregou mais de 2 milhões de itens, gerando mais de R$ 40 milhões em doações para mais de 100 mil usuários, e, hoje, conta com investimento dos fundos, Jaú Partners e AcNext, que juntos aportaram mais de R$ 5 milhões na startup ― que tem um plano de metas bastante agressivo para os próximos 5 anos, com foco no crescimento de lojas, faturamento e quadro de funcionários.

“O foco da Mimoo é conectar pessoas, marcas e varejistas, com um modelo de negócio que traz resultados consistentes, agrega valor às marcas e revoluciona o marketing de experimentação. Trazemos uma experiência positiva para o consumidor, que pode retirar o produto gratuitamente em uma de nossas lojas, e proporcionamos para as marcas uma chance de que novos clientes tenham acesso aos seus produtos e os avaliem”, conta Ernesto Vilela, idealizador do conceito.

Para o grupo Wickbold, que tem o histórico de realizar ações de experimentação direto no ponto de venda, o modelo de negócio da Mimoo traz benefícios, principalmente nesse período de transição, em que estamos redescobrindo como retornar com algumas operações, como a degustação em loja. ”Com as ações de experimentação quebramos a barreira do provar e temos a possibilidade de ganhar um novo consumidor”, conclui Luciana.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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