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WhatsApp apresenta recurso de visualização única em campanha

O WhatsApp lança nova campanha, criada pela AlmapBBDO, para promover o recurso de ‘visualização única’ para mídias enviadas no aplicativo. Ao acionar esse recurso, fotos e vídeos enviados só podem ser vistos uma única vez após a abertura pelo destinatário. Com a ferramenta, o aplicativo busca oferecer ainda maior controle e segurança sobre aquilo que é compartilhado, além de reforçar seu compromisso com a privacidade dos usuários.
O filme mostra um casal recém separado trocando mensagens e fazendo uso do recurso para enviar um vídeo neste momento delicado do término do relacionamento. O vídeo ressalta que alguns momentos são tão pessoais que só devem ser vistos uma vez e convida as pessoas a experimentarem o recurso de visualização única.
A estratégia de comunicação conta com ativações de influenciadores e mídias OOH. Além disso, a campanha estará presente na programação da TV nos intervalos do Vale a Pena Ver de Novo da Rede Globo e nos ‘replays’ de campeonatos esportivos transmitidos pela Globo, SBT e TNT. O objetivo é contrapor esses momentos de repetição, como a reprise de uma novela ou de um lance esportivo, com a recentemente lançada funcionalidade do aplicativo que permite apenas uma única visualização.
Foco do app é a privacidade
A nova campanha faz parte do plano do WhatsApp para dar mais visibilidade para a principal característica do aplicativo: a privacidade. Em outra ação criada pela AlmapBBDO em setembro, o famoso gesto de cobrir a boca com as mãos ao falar foi reforçado por jogadores de futebol e relacionado com as mensagens trocadas na plataforma. Na ocasião, durante uma partida do Campeonato Brasileiro, o narrador da TV Globo destacou que assim como no gesto corriqueiro do futebol, no aplicativo, somente o usuário tem acesso às mensagens, e ninguém mais consegue ver ou escutar o que é enviado na plataforma.
Ficha técnica
CAMPANHA Visualização Única
Anunciante: WhatsApp
Título: Agradecimento
Agência: AlmapBBDO
CCO: Luiz Sanches
Diretor de Criação: Pedro Corbett
Criação: Pedro Corbett
Criação das ativações: Pedro Corbett, Giba Mendes e Mauro Maedo.
Produção Audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Boas, Aline Silva
Produtora de imagem: Killers
Diretores: LUMO – Luis Villaverde e Moira Soares
Assistentes de Direção: Iuri Santos, Isabella Liporoni, Bianca Bennecke
Diretor de Fotografia: Kauê Zilli
2ª Unidade de Câmera: Felipe Moreira
Diretor de Arte: Fernando Cacerez
Produtora Executiva: Julia Tavares
Atendimento Produtora: Julia Tavares
Coordenação de Produção: Flavia Sereno Mancen, Juliana Scodeler, Natália Meira
Diretora de Produção: Tatiana Ueda
Montagem: Marcelo Cavalieri AMC e Luciana Lima
Finalizador: Andreia Figueiredo
Color grading: Clandestino/Alexandre Cristófaro
Pós-produção/Finalização: Tribbo
Produtora de som: Antfood Music & Sound Design
Diretor de Produção Musical: Lou Schmidt e Fernando Rojo
Produção Musical: Lou Schmidt, Fernando Rojo, Luis Bergmann, Pedro Curvello e Vinicius Nunes
Produtor Executivo: Christiane Rachel e Renato Castro
Coordenação: Monique Munhoz
Finalização: Bruno Broaska, Fabian Jorge, Pablo Homem de Mello e Tiago Lins
Cantora: Amanda Wahlström Plantin
Atendimento: Fernanda Tedde, Tatiana Vidonscky, Marcelo Porto, Vitoria Favaron, Michael Batista, Marina Fontes
Planejamento: Sergio Katz, Beatriz Scheuer, Luciana Shinoda, Nathalia Garcia, Iury Cesar de Souza
Mídia: Rafaela Alves, Brian Crotty, Mariana Areia, Gustavo Lopes, Bruna Morano, Gabriel Henrique Berlini, Pedro Lara, Camila Celis, Vitor Lopez, André Marques, Gabrielle Rodrigues, Gianluca Petracco, Jullyana Silva, Lucas Cavalcante, Vitoria Frasneli
Pesquisa de Mídia: Tainá Ribeiro
Data & Tech: Márcio Ferreira, Juliana Cruz, Beatriz Pereira, Patrícia Sousa
Mídia WhatsApp: André Gramorelli, Ligia Mattos
Aprovação do cliente: Andrea Faccio, Taciana Lopes, Beatriz Bottesi, Beatriz Cury, Fabio Pulga, Rodrigo Moran, Jessica Chin, Vivian Odior, Eshan Ponnadurai
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








