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Wayra contrata Guilherme Amorim como Head de Parcerias

A Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo no Brasil, contrata Guilherme Amorim para ocupar o cargo de Head de Parcerias na empresa. Com mais de 17 anos de experiência com inovação, ecossistema de empreendedorismo e internacionalização de empresas, Guilherme tem como missão desenvolver parcerias estratégicas bem como iniciativas de Corporate Venturing em temas prioritários alinhados à tese de Inovação da companhia. O objetivo é gerar novas oportunidades de relacionamento e negócios com outras corporações e startups que tenham temas de sinergia e também soluções com potencial de serem escaláveis e fim de receber investimento de Corporate Venture Capital da Wayra e/ou de fazer negócios com a Telefónica/Vivo.
“A chegada do Guilherme reforça o compromisso da Wayra em conectar parceiros e inovadores a fim de gerar novos negócios com a Telefônica e a Vivo. Buscamos estabelecer relação em temas sinérgicos envolvendo outras corporações, fundos de investimento e startups, de forma a alavancar o ecossistema empreendedor.”, declara Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.
Entre as últimas parcerias da Wayra, destacam-se a realizada em 2019 com o BNDES e a Liga Ventures para a realização do programa BNDES Garagem em que 70 startups, entre as cerca de 5 mil inscritas, participaram de módulos de criação e aceleração. Já em 2018, a Wayra realizou o Agro IoT Lab com o Pulse e parceria da Vivo, Raízen, Ericsson e EsalqTec para acelerar a transformação digital no agronegócio.
Pós-graduado em Negócios Internacionais pela Universidade Mackenzie, especialização em Economia, pela Fundação Getúlio Vargas, Fusões & Aquisições e PE/VC, pelo IBMEC, o profissional é analista de mercado independente do Euromonitor e membro do Fórum permanente de Micro e Pequenas empresas do Ministério da Economia e liderou áreas de inovação e inteligência de mercado de grandes empresas e organizações como Softex, Brasscom, ABIHPEC e ABIT.
“A Wayra sempre foi uma referência em conectar as corporações ao ambiente inovador, coinvestindo e plugando-as a mercados internacionais. Temos, portanto, o ambiente ideal para criar parcerias que integrem o ecossistema. Minha expectativa é contribuir para gerar valor às empresas envolvidas neste processo e consequentemente a sociedade como um todo”, reforça Guilherme Amorim, Head de Parcerias na Wayra.
Desde 2012 no Brasil, a Wayra já investiu mais de R$ 15 milhões em 79 empresas. Atualmente, possui 34 startups no portfólio e saídas de destaque incluindo o super exit da Teravoz e a Gupy. As áreas prioritárias buscadas pela Wayra são IoT, finanças, educação, saúde, inteligência artificial, Big Data entre outras.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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