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Watch Brasil fecha acordo com Siprocal para uso de tecnologia dentro de plataformas de entretenimento

A Watch Brasil, que atua no segmento do entretenimento digital para provedores de internet, fecha um acordo com a Siprocal, plataforma de growth e monetização de publicidade digital em múltiplos dispositivos. O objetivo da parceria é auxiliar no crescimento da base de usuários e ampliação de ações publicitárias para plataformas online e CTV dentro dos aplicativos da Watch, aperfeiçoando uma experiência completa aos seus assinantes.
Por meio da colaboração com os principais estúdios e emissoras de TV, a Watch oferece um catálogo com mais de 30 mil horas e 20 mil títulos disponíveis para seus usuários. O hub conta ainda com a Watch Labs, braço europeu que oferece soluções de streaming, desde a codificação e transcodificação de conteúdo até a entrega e análise de dados.
Segundo Yassue Inoki, diretora de desenvolvimento de negócios da Siprocal, a parceria engloba não só a parte brasileira da empresa como também o braço europeu. “A parceria com a Watch Labs ajudou a fazer com que a plataforma mercado europeu com a tecnologia da Siprocal. Por meio dela, ajudaremos a empresa, em todas as suas frentes de atuação, a monetizar ainda mais os seus conteúdos e explorar novas possibilidades de marketing digital internacionalmente”, comenta.
Para o Mauricio Almeida, presidente da Watch Brasil, o acordo é essencial para o aprimoramento da sua plataforma. “A Watch possui um conteúdo premium e diferenciado do mercado atual. Queremos continuar evoluindo nesse sentido, por isso escolhemos a Siprocal. Acreditamos que essa parceria nos permitirá oferecer uma experiência ainda mais rica aos nossos usuários, mantendo a qualidade e exclusividade que nos caracterizam”.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







