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Vult anuncia sua nova linha Rica de Marré

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A Vult está anunciando sua nova linha Rica de Marré, a primeira desenvolvida em conjunto com uma influenciadora. Co-criada em parceria com Gabriela Sales, mais conhecida nas redes como Rica de Marré (@ricademarre), a novidade ainda promove a estreia da marca no universo das fragrâncias.

“Esse é um lançamento bastante especial para a Vult porque marca sua entrada no segmento de Influenciadora digital e também na categoria de perfumaria. A escolha da influenciadora Rica de Marré não foi por acaso. Ela tem muitas coisas em comum com a Vult. Ambas reafirmam a beleza da mulher brasileira plural e que tem orgulho de suas origens. Gabi Sales e Vult construíram seus espaços no mercado dando acesso: Vult, por meio da maquiagem. Rica de Marré, sendo essa influenciadora nordestina, autêntica e irreverente. Temos certeza que a coleção será um sucesso” afirma Raquel Abdala, Gerente de Branding e Comunicação de Vult.

Para comunicar os lançamentos, a AlmapBBDO criou uma campanha que conta com a presença da influenciadora Rica de Marré e seus produtos exclusivos da Vult, ao som de uma releitura da música “Pobre de Marré”, interpretada por Lexa. Um beat poderoso e contagiante embala os filmes de 60 e 30 segundos:

“Essa novidade é mais um projeto que desenvolvemos em parceria com a Vult. A campanha traz uma linguagem moderna e faz alusão a Paris, cidade que serviu de referência para a construção da linha de produtos”, conta Fernanda Portugal Ferreira, diretora de conta da AlmapBBDO.

Para a campanha, foi desenvolvida uma estratégia de mídia focada no digital. Com forte presença no Instagram, ela poderá ser conferida nas redes oficiais da marca, assim como no perfil da Rica de Marré e de uma rede de influenciadoras, incluindo Raiza Marinari (@raizamarinari), Kenya Borges (@kenyaborges) e Lucy Alves (@lucyalves). A Vult também lançou um desafio no TikTok acompanhado com a nova música.

Letra da música interpretada por Lexa:

EU SOU RICA RICA RICA
DE MARRE MARRE MARRE
EU TÔ RICA RICA RICA
DE MARRE, TÔ SIM

EU TO RICA DE BELEZA
DA CABEÇA ATÉ O PÉ
COM UM FEAT ENTRE A VULT, RICA EM PARIS

VÊ SE NÃO TOMBA NO LACRE
PORQUE HOJE EU TÔ LACRÍSSIMA
TÔ SEMPRE NA MODA
MEU AMOR EU SOU AUGISSIMA

HOJE É PISCININHA
TÔ PRONTA PRA BRILHAR
USE O SEU PODER PRA TODO MUNDO ARRASAR
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Paçoquita e Kibon expandem parceria e lançam Mini Paçoquita em todo o Brasil

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Após o sucesso da edição regional lançada no Nordeste em 2025, Paçoquita e Kibon anunciaram a ampliação de sua parceria promocional com a distribuição nacional do Mini Paçoquita. O produto retorna ao mercado em setembro de 2026 como uma edição limitada que atende aos pedidos dos consumidores e visa preparar o portfólio das companhias para a temporada de verão.

O movimento reflete a estratégia das empresas Santa Helena e Kibon (pertencente à The Magnum Ice Cream Company) de explorar a versatilidade de sabores tradicionais em novos formatos e ocasiões de consumo do tipo snack. “Parcerias como essa são uma forma de ampliar os territórios de Paçoquita e explorar novas ocasiões de consumo a partir de um sabor que já tem uma relação muito forte com os brasileiros. A collab com Kibon mostra como essa identidade pode ganhar novas combinações e formatos, conectando Paçoquita a uma categoria especialmente relevante no verão”, afirma Sabrina Torquato, head de marketing da Santa Helena Alimentos.

“Os Minis têm ganhado cada vez mais relevância para Kibon e têm um papel importante em ampliar a forma como as pessoas se relacionam com o sorvete, aproximando a categoria da lógica de snack: uma indulgência prática, que cabe em diferentes momentos do dia. Expandir a parceria com Paçoquita para todo o Brasil é um passo importante dentro dessa estratégia e uma forma de celebrar sabores que fazem parte da memória afetiva dos brasileiros”, acrescenta Carolina Mega, head de marketing da The Magnum Ice Cream Company no Brasil.

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Estudo da Creators revela que planejamento da Black Friday começa meses antes e reforça papel dos influenciadores

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A disputa pela atenção do consumidor na Black Friday antecipou o calendário de planejamento das marcas no mercado brasileiro. É o que aponta o estudo Open Black – Report Black Friday 2026, desenvolvido pela Creators LLC, hub de inteligência, dados e creator marketing. O levantamento reuniu dados de comportamento, mercado e plataformas para mapear o impacto da estratégia de influência em todas as fases do funil de vendas.

Pesquisas da Gauge citadas no relatório revelam que 53% dos brasileiros iniciam o planejamento de compras para a data em julho — 4 meses antes do evento —, enquanto 48% afirmam decidir por impulso para aproveitar ofertas imediatas. O cenário aponta para um comportamento que mescla pesquisa prévia com gatilhos de conversão no momento do desconto.

A Creators defende uma atuação em duas fases: de agosto a outubro, com conteúdos de consideração (reviews, tutoriais e inserção do produto na rotina), e em novembro, com foco em conversão por meio de cupons rastreáveis, live commerce e programas de afiliados. “A Black Friday não começa quando o desconto entra no ar. Quando novembro chega, o consumidor já pesquisou, comparou, salvou conteúdos e criou referências sobre aquilo que pretende comprar. O desafio das marcas é construir essa relação antes da disputa mais intensa por atenção e usar os creators não apenas como mídia de conversão, mas como parte da jornada de decisão”, analisa Nohoa Arcanjo, CEO da Creators.

Dados da YOUPIX em parceria com a Nielsen Brasil destacam que 80% dos consumidores tomam a decisão de compra fora do clique imediato, realizando buscas ou salvando conteúdos para transações posteriores. Além disso, 58% das conversões ocorrem em até sete dias após a visualização de publicações com influenciadores.

O estudo aponta ainda que 81% dos brasileiros já adquiriram produtos recomendados por criadores de conteúdo e 64% utilizam cupons ou links patrocinados com frequência. Em relação aos critérios de escolha dos perfis, 62% declaram que o número de seguidores tem pouco ou nenhum impacto na confiança, enquanto 44% descobrem novas marcas por meio de creators — superarando indicações de amigos e familiares (33%). “Os dados mostram que influência não é uma equação de tamanho de audiência. Para converter, é preciso encontrar quem tem legitimidade para falar daquele assunto e construir recorrência. O consumidor precisa reconhecer aquela indicação como algo coerente com a pessoa que está falando, e não simplesmente como mais uma publicidade de Black Friday no feed“, ressalta a executiva.

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