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VML E Y&R se unem para criar a VMLY&R em São Paulo

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A rede global VMLY&R oficializa a união das operações das agências VML e Y&R, formando a VMLY&R no Brasil. A nova agência vai oferecer comunicação integrada (BX) com a experiência do consumidor (CX) aos seus clientes. A VML Rio será mantida como uma operação independente no Rio de Janeiro.

A VMLY&R será liderada por Fernando Taralli, atual CEO da VML e CIO da VMLY&R LATAM. David Laloum deixa a gestão da Y&R para se dedicar aos seus projetos, focados nos segmentos de tecnologia e inovação. Laloum seguirá contribuindo com a integração das duas operações como Head of Business Development do Grupo VMLY&R no Brasil, ao lado de Marcos Quintela, que passa a exercer o cargo de Chairman do Grupo VMLY&R, supervisionando a integração das agências e também os demais ativos dentro do Grupo VMLY&R, como a MUTATO e a VML Rio.

Marcos também será apoiado por Alejandro Suarez, CFO e COO do Grupo VMLY&R. Rafael Pitanguy está sendo promovido a Chief Creative Officer, Leo Balbi será Chief Client Officer e Sumara Osório assumirá como Chief Strategy Officer da recém-criada VMLY&R São Paulo.

Ambas as agências investiram os últimos dois anos colaborando em várias áreas de atuação, todas focadas em crescimento no mercado. Um ambiente de constantes mudanças do mercado, apoiado por fortes investimentos em 2020 nas capacidades de estratégia para redes sociais, e-commerce e transformação digital impulsionaram a decisão de oficializar a união, criando a VMLY&R Brasil.

A equipe de liderança vai se beneficiar com os aprendizados da bem-sucedida fusão da rede global VMLY&R, anunciada em setembro de 2018. Isso inclui um grande impulso no crescimento do cliente, evoluções de capacidade e sinergias culturais nos últimos dois anos.

“Estou muito entusiasmado com as oportunidades que a VMLY&R Brasil tem pela frente. No ano em que a VML completa 10 anos de atuação no Brasil, vamos reunir times compostos por profissionais megatalentosos e comprometidos com os resultados de clientes e um conjunto robusto de recursos, oferecendo as melhores soluções para nossos clientes. Também estou muito honrado em ter a oportunidade de trabalhar ao lado do David e do Quintela para agregar ainda mais valor aos nossos clientes e parceiros”, comenta Fernando Taralli.

David Laloum acrescenta: “Estou profundamente grato e orgulhoso da trajetória da Y&R nos últimos anos, liderando o mercado em muitos aspectos. Estou convicto de que a fusão impulsionará a VMLY&R ainda mais, redefinindo um novo modelo, com novos padrões para a indústria, antecipando suas necessidades e oportunidades. Também estou muito entusiasmado com meus novos desafios na área de tecnologia, os quais serão anunciados em breve, e, em especial, por saber que são complementares à continuidade do meu trabalho dentro da família VMLY&R e WPP, empresas que me permitiram construir uma bela história profissional e pessoal no Brasil, durante os últimos 15 anos”.

Tanto a VML quanto a Y&R em São Paulo, além do crescimento orgânico dentro de seus clientes, em áreas como experiência digital e social, estão muito ativas na busca por novas oportunidades de negócios, focadas em um modelo de agência totalmente integrado, com fortes capacidades digitais. As vitórias em 2020 incluem Visa, Braskem, Raízen, English Live, Whirlpool, Sadia, Outback e Deezer.

Com a união das operações, o portfólio de clientes da agência inclui ainda outras grandes marcas, nacionais e internacionais, como Vivo, Grupo Petrópolis, Danone, Via Varejo, LG, Visa, Nespresso, Braskem, Habib’s, Raízen/Shell, Outback Steakhouse, Colgate-Palmolive, Dell, Tinder, AkzoNobel, Ford, Sadia, English Live, Bridgestone, L’Occitane, Viacom, Uber Eats e Universal Pictures.

Marcos Quintela, Chairman do Grupo VMLY&R, diz: “Estou no Grupo WPP e na Y&R há 15 anos e posso afirmar que a fusão das agências VML e Y&R, sem dúvida nenhuma, já é um dos momentos mais estimulantes e valiosos da minha trajetória. Vamos contar com a melhor equipe e um conjunto de ferramentas digitais para ajudar os clientes a terem um crescimento exponencial”.

A VMLY&R Brasil nasce com mais de 550 colaboradores e já é o principal escritório da rede VMLY&R na América Latina. A expectativa é encerrar a primeira fase da fusão em janeiro de 2021.

“A mudança está em linha com a estratégia global e reforça a WPP como uma empresa de transformação criativa. A VMLY&R Brasil reúne talentos, recursos e habilidades para oferecer os melhores e mais integrados serviços e produtos aos nossos clientes”, acrescenta Stefano Zunino, Country Manager da WPP para o Brasil.

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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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