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VAIO® lança no Brasil o primeiro notebook do mundo com corpo de fibra de carbono moldado em 3D

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VAIO® lança no Brasil o primeiro notebook do mundo com corpo de fibra de carbono moldado em 3D

Acaba de chegar ao mercado brasileiro pelas mãos da VAIO®, o notebook com estrutura de fibra de carbono moldada em 3D. Com aproximadamente 1kg e muito poderoso, o modelo VAIO® Z conta com tudo que um usuário que busca alto desempenho precisa, além de durabilidade, conforto, portabilidade e muita tecnologia.

“A fibra de carbono é tradicionalmente aplicada de forma parcial em laptops, mas no caso do novo VAIO® Z ela faz parte de praticamente todo o corpo, o que resulta em uma leveza e resistência acima da média para máquinas de alto desempenho”, disse Daniela Colin, diretora de Desenvolvimento de Produtos da Positivo Tecnologia, empresa que representa a marca VAIO® no Brasil. Segundo ela, uma estrutura como essa merece uma configuração robusta: o VAIO® Z conta, entre outros diferenciais, com um SSD NVMe PCIe de 4ª geração com 2TB de armazenamento, que proporciona velocidades incríveis, e 32GB de memória RAM, para realizar diversas tarefas simultâneas sem comprometer o alto desempenho.
O novo notebook tem processador Intel® Core™ i7 série H35 de 11ª Geração 11370H com Gráficos Intel® Iris® XE que, junto com a tecnologia TruePerformance da VAIO®, proporciona desempenho de desktop em uma máquina com design ultraportátil. Já a tela de 14’’ LCD com bordas finas e resolução 4K tem sistema antirreflexo para melhor visibilidade, reproduzindo uma gama de cores de nível cinematográfico com recursos visuais HDR. A tela também aprimora todas as imagens e vídeos, mantendo a precisão das cores da vida real e com mais detalhes.
Para alcançar a melhor qualidade possível com o VAIO® Z, a VAIO® cria dezenas de cenários de uso, realiza uma série de provas e garante que cada unidade do produto ofereça confiabilidade e durabilidade de alto nível. Além disso, para garantir sua robustez, o VAIO® Z passa pelos rigorosos testes de padrão militar (MIL-STD-810H), estabelecidos pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, como o de quedas em qualquer posição e de até 1,27m.
A fonte compacta do VAIO® Z precisa de apenas 60 minutos para garantir 10,5 horas de uso contínuo da bateria de 53Whr, e o laptop vem com duas portas Tipo C Thunderbolt™ 4para transferência de dados com velocidade de até 40Gbps. Em termos de conforto e segurança, também se destaca pelo bloqueio físico da webcam, pelo VAIO® User Sensing que trava e destrava o notebook automaticamente, teclado redesenhado com keycaps de 0,3mm de curvatura para maior conforto, aumento de 1,5mm no ponto de ativação da tecla para redução de ruídos e cliques macios, resistência a derramamento de água, e teclado retroiluminado.
O VAIO® Z é equipado com Chip TPM que é um processador de criptografia seguro projetado para desempenhar as operações de criptografia. O chip inclui vários mecanismos de segurança física para torná-lo resistente a adulterações nas funções de segurança por software mal-intencionado oferecendo muito mais segurança para os seus dados. O VAIO® Z já está disponível no Brasil no site por R$19.999.
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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