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V3A amplia investimentos e anuncia aquisição da 213 Sports

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V3A amplia investimentos e anuncia aquisição da 213 Sports

A V3A está adquiriu a 213 Sports, que já desenvolveu projetos como o CamelBak Mountain Race, Ceará Kite Pro, entre outros, além de representar comercialmente a WSL no Brasil. Neste novo cenário os sócios da 213 Sports – Pedro Dau, Yuri Binder, Marcelo Montenegro e Bernardo Montenegro – passam a ser sócios da V3A na vertical de esportes, integrando o núcleo de projetos Ventures. Com Pedro e Yuri à frente da gestão executiva, a liderança do setor fica a cargo do CEO Victor Vocos. Focada em marketing esportivo, a 213 Sports já realizou mais de 50 projetos para marcas globais e locais, impactando mais de 20 milhões de pessoas no Brasil e no mundo. A essência da 213 Sports permanecerá nos projetos, que vê o esporte como engajamento, entretenimento e, principalmente, uma válvula de escape para as marcas que buscam atenção do consumidor final.

 

“A 213 Sports é uma empresa sólida no mercado de esportes e com essa aquisição passa a fazer parte do pilar Ventures da V3A como vertical de esportes.  Acreditamos no desenvolvimento de plataformas esportivas e no conceito de Sportainment para criar elos sólidos entre comunidades e marcas. O esporte é um gerador de experiências memoráveis por alinhar emoção, paixão e entretenimento. A 213 Sports tem valores e objetivos de longo prazo alinhados com os da V3A e temos certeza que isso irá acelerar a nossa construção de ativos esportivos.” – destaca Victor.

 

A 213 Sports é um dos agentes responsáveis pelo crescimento do surf no Brasil. Após ganhar uma concorrência em 2014, trouxe a Oi como patrocinadora e a Naming Rights da única etapa da WSL na América Latina. “Tivemos oportunidade de trazer outras grandes marcas com notoriedade e presença nacional como Oi, Havaianas, O Boticário, Neston, Ambev e Furnas como patrocinadores de alguns dos eventos da WSL no Brasil. De certa forma, estamos colhendo os frutos, tendo hoje quatro atletas (dois homens e duas mulheres) disputando as Olimpíadas com chance de medalha em duas categorias”, afirma Pedro Dau.

 

Além disso,  a empresa já trabalhou com três grandes ícones do esporte brasileiro: Ayrton Senna, com projeto desenvolvido em parceria com a Angry Birds, onde um dos personagens de um game digital era o Senna Bird; Zico, fazendo uma viagem por 15 dias no Japão para o lançamento do Zico Game, um app contando a história do jogador; e o Rei Pelé, em um projeto ativo até hoje chamado Pelé Academia, um Centro de Formação e Excelência para meninos e meninas a partir dos 13/14 anos na cidade de Resende.

 

Somando a lista de cases importantes, a empresa se destaca com o “Praia Para Todos”, patrocinado há 10 anos pela Michelin. Um projeto que tem o objetivo de dar acessibilidade às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida nas praias do Rio de Janeiro. Dentro da iniciativa, essas pessoas têm a oportunidade de praticar tanto atividades esportivas quanto lazer, proporcionando desde o surf adaptado ao vôlei de praia sentado e, o grande momento, que é o banho de mar assistido por profissionais da saúde junto com uma cadeira anfíbia.

 

(Divulgação: Projeto Praia Para Todos)

 

Resultado de uma parceria de trabalho e sucesso, a 213 Sports recebeu o Prêmio Prata AMPRO Globes Awards para Categoria Melhor Campanha de Responsabilidade Social com o projeto Copa Social Oi Torcida Brasil, onde, junto a Zero Três Marketing, organizou um torneio de futebol patrocinado pela Oi durante a Copa do Mundo de 2014. O evento reuniu times que faziam parte do projeto social do Zico, de diversas favelas do Rio de Janeiro, e trouxe o ídolo como embaixador.

 

Outro sucesso foi a Sephora Beauty Run, onde elaboraram um projeto para a marca francesa de cosméticos que chegou ao Brasil em 2013. Uma corrida de rua 100% feminina com largada e chegada na Zona Sul, em um percurso inédito, com retirada de kit dentro da loja inaugurada no Shopping Rio Sul. O case todo foi um sucesso, tanto as vendas que foram convertidas, quanto o impacto e engajamento nas mídias sociais. Com essa experiência, a empresa teve a oportunidade de realizar o evento por dois anos consecutivos em São Paulo.

 

Segundo os sócios da 213 Sports, a aquisição da empresa leva para a V3A um time com nove anos de experiência de projetos estruturados, consolidados no mercado e profissionais que conhecem o mercado de marketing esportivo. “A 213 Sports chega para somar, assim como a V3A chega para ajudar na realização do nosso crescimento, agregando com um grupo de executivos extremamente profissionais e líderes com visão de negócio.” – afirma Marcelo Montenegro. “Fazer parte do grupo da V3A é uma honra e orgulho, pois, antes do fator negócio, temos pessoas maravilhosas do outro lado que pensam como a gente. E, obviamente, por todo o plano que nos foi apresentado, toda essa vontade de ser um dos maiores grupos de comunicação e eventos do Brasil. Podermos fazer parte dessa nova história é incrível.” – ressalta Yuri Binder.

 

(Divulgação: CamelBak Race)

 

NOVIDADES A CAMINHO

 

A 213 Sports se prepara para a retomada do mercado com confiança e animação com tudo que está previsto a partir de 2022. Entre as novidades que já podem ser mencionadas, estão uma prova de ciclismo 100% brasileira, a label nacional chamada Bike Challenge, com circuitos pelo Brasil tendo a primeira etapa no Rio de Janeiro e o WELLNESS Festival em parceria com a MUDE, mirando o crescimento exponencial do segmento durante a pandemia.

 

Neste novo momento, a empresa passa seu foco para o desenvolvimento e execução de plataformas proprietárias, contando internamente com quatro verticais definidas. São elas: projetos de Lifestyle, com público que busca um estilo de vida no esporte, como Surf e o Kitesurf; projetos de Outdoor Sports, eventos participativos praticados em lugares abertos, como o Bike Challenge; projetos Wellness, uma tendência que está em alta para os próximos anos, abordando bem-estar e saúde; e a última vertical abrangendo toda parte de impacto social e inovação, com projetos como o Praia Para Todos, a Pelé Academia, e o Arena Hub, centro de inovação e fomento ao empreendedorismo no esporte.

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Haute assina megaoperações de live marketing e ativa o ecossistema de marcas no Mundial de 2026

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Com um portfólio de peso que inclui projetos desenvolvidos para gigantes como Guaraná Antarctica, Budweiser, Philco e iFood, a agência Haute coloca na rua uma série de ativações robustas desenhadas para transformar o Mundial de futebol de 2026 em uma máquina de engajamento e geração de valor. A estratégia da empresa foca na concepção de experiências proprietárias de alto impacto, capazes de aproximar as marcas da paixão febril dos torcedores e amplificar a relevância dos patrocinadores durante o maior pico de audiência global do ano.

As movimentações da agência acontecem em um cenário financeiro extremamente aquecido para a publicidade. De acordo com um levantamento recente da Warc Media, o torneio de 2026 deve injetar impressionantes US$ 10,5 bilhões no mercado publicitário global. Diante deste cenário bilionário, o papel do live marketing torna-se ainda mais crucial para garantir que os investimentos gerem não apenas visibilidade institucional, mas também recall de marca e conversão na ponta final do varejo. “A Copa do Mundo é um dos raros momentos em que atenção, emoção e audiência acontecem em escala global ao mesmo tempo. Neste momento, é crucial que as marcas criem ações relevantes que gerem conexão genuína com as pessoas. O papel da Haute é transformar esse interesse coletivo em projetos proprietários capazes de fortalecer o posicionamento das empresas, ampliar o engajamento com seus públicos e gerar resultados concretos para os negócios”, analisa Bruno Dias, sócio da Haute.

Na Arena Brasileira — festival assinado pela Fishfire que desponta como o principal ponto de encontro dos torcedores em São Paulo —, a Haute lidera a execução de projetos customizados para múltiplos segmentos do mercado. A Budweiser, por exemplo, terá uma arena própria voltada a disputas de futebol no formato 1×1, distribuição de mimos exclusivos e um hub que integra jogos interativos a um estúdio oficial da Rede Globo para transmissões e gravações ao vivo. O Guaraná Antarctica foca na fidelização com ações de relacionamento, mecânicas de brindes e a presença do icônico mascote Canarinho.

Buscando a experimentação de produto em massa (sampling), as marcas Michelob Ultra e Flying Fish apostarão em lounges de convivência, bares proprietários e pontos instagramáveis (photo opportunities). No setor de apostas esportivas, a Superbet ativa sua marca com um chute a gol tecnológico que distribui prêmios, enquanto a Smirnoff, do portfólio da Diageo, entra em campo com um estande imponente equipado com rooftop exclusivo para convidados vip.

A força da agência no setor de bens de consumo e alimentação também se faz notar na estrutura do festival. A Hellmann’s montou uma hamburgueria totalmente estilizada para promover a sua linha Supreme por meio de degustações guiadas. Já a Philco aposta na interatividade ao permitir que o público teste seu portfólio de eletrodomésticos na prática, combinando a experiência com sorteios de produtos. No setor automotivo, a GM garantiu um espaço estratégico totalmente voltado para a exibição e divulgação do modelo Sonic.

Indo além das fronteiras físicas do festival no Parque Ibirapuera, a Haute também carimbou sua assinatura em projetos proprietários independentes de grande repercussão urbana. O maior destaque ficou por conta da operação de street marketing realizada para o iFood no final de maio. A agência coordenou um encontro massivo para a troca de figurinhas oficiais do álbum do Mundial. A iniciativa entrou para a história do live marketing ao reunir milhares de colecionadores e quebrar oficialmente o Guinness World Records de maior troca de figurinhas do planeta, transformando uma tradição cultural em um marco de relações públicas para o aplicativo de entregas. “Essas ativações mostram a nossa força em potencializar o retorno dos investimentos realizados durante o período da competição, reafirmando o live marketing como ferramenta estratégica para ampliar alcance e relevância das marcas junto ao consumidor”, conclui Bruno Dias.

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Holding Clube apresenta Casa Body Futebol Clube para liderar o debate sobre o futuro do futebol feminino no Brasil

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Aproveitando o período de forte mobilização em torno dos gramados, a Holding Clube escolheu o momento ideal para colocar os holofotes sobre uma pauta que demanda cada vez mais protagonismo na indústria: a evolução e o futuro do futebol feminino. Durante a nova edição do All In, evento proprietário do grupo especializado em marketing de experiências, foi anunciado o lançamento da Casa Body Futebol Clube, projeto de live marketing planejado para impactar o mercado durante a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que terá o Brasil como país-sede.

O projeto nasce como uma extensão direta do B.O.D.Y. (Body Open Defines You), movimento de autoaceitação que celebra a liberdade da mulher. Na prática, a Casa Body Futebol Clube vai se materializar como um hub de convivência para gerar comunidade e dar visibilidade ao papel feminino no esporte. Além da transmissão oficial dos confrontos, o espaço abrigará um cronograma robusto composto por talks, oficinas e atividades interativas. “Eu posso dizer que esse projeto vai ser um dos mais emocionantes da minha vida. O B.O.D.Y. é a materialização de tudo que a gente sempre quis potencializar e agora com o futebol feminino, podemos dar ainda mais palco para todas as mulheres e mostrar o quanto a força feminina importa para o nosso país e pro mundo”, destacou Ju Ferraz ao anunciar a novidade.

Já o All In, plataforma criada para descortinar o ecossistema de projetos e as grandes tendências de entretenimento da Holding Clube para o mercado — responsável por antecipar movimentos como a expansão da carreira internacional da cantora Anitta —, retornou com uma edição de caráter reflexivo. O debate ganha urgência histórica ao lembrar que a prática do futebol foi oficialmente proibida para as mulheres no Brasil por mais de 40 anos.

O potencial comercial e de engajamento do segmento é referendado por dados sólidos de mercado. Em 2025, o futebol feminino registrou um salto de 19% em sua audiência televisiva na comparação anual, conforme aponta a Pesquisa Futebol Feminino 2026 da Globo Ads Insights. Na mesma linha de otimismo econômico, um estudo global da Deloitte posiciona a modalidade entre as três principais frentes geradoras de receita dentro de todo o ecossistema de esportes femininos para os próximos anos.

Ao longo do encontro, os convidados puderam revisitar a autoridade da Holding Clube nesse território de patrocínios e ativações. Por meio da agência Banco_, o grupo soma quase três décadas de atuação dedicada ao desenvolvimento do futebol feminino, posicionando-se na vanguarda do tema muito antes de a pauta figurar no radar do grande mercado de marcas.

O painel de discussões trouxe lideranças de peso para o palco. Gizele Costa, head de projetos da Holding Clube, liderou o painel intitulado “O jogo mudou: futebol feminino, mídia, clubes e atletas na nova era do futebol feminino”. O debate reuniu Gal Barradas e Thiago Januzzi, representantes da comissão organizadora da FIFA Women’s World Cup, ao lado de Claudia Paola Martinez, diretora de marcas e licenças da Centauro. “O público do futebol feminino nos estádios é diferente do masculino, são famílias. É um público mais amplo, mais democrático. E as pesquisas da FIFA mostram que a Copa Feminina é o terceiro evento que mais mobiliza audiência no mundo, empatada com a Eurocopa. A Copa do Brasil tem a capacidade de elevar esse patamar a um nível nunca visto”, analisou Gal Barradas.

Outro momento de destaque foi o painel “Futebol feminino em expansão: o papel das marcas na construção de um novo mercado”, que contou com a participação de Lucca Amorim, gerente de marketing de Guaraná Antarctica na Ambev; Bruno Teixeira, head de comunicação, propósito e marketing de pessoas da Fisia (distribuidora oficial da Nike no Brasil); Sabrina Romero, diretora de marca e comunicação da Vivo; e Jader Damazio, head de criação e planejamento da Holding Clube.

Com mediação conduzida por Tati Oliva, fundadora da Cross Networking, a mesa debateu o poder de transformação social e comercial dos patrocínios de longo prazo. No debate, Lucca Amorim disparou: “O futebol feminino é um movimento, ele transforma, impacta e evolui. E isso é o sonho de qualquer marca, porque tem muito espaço para criar e construir a quatro mãos. Quando a gente entende a história do futebol feminino no Brasil, entende também quais são os gaps e as oportunidades que ainda existem”.

O cronograma completo, as cotas de patrocínio e o local que abrigará a estrutura da Casa Body Futebol Clube serão detalhados gradativamente nos próximos meses por meio dos canais digitais oficiais do projeto.

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