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Unilever oferece descontos e benefícios para quem reciclar

Por meio de OMO, principal marca de Unilever no Brasil, a companhia pretende recolher 10 mil toneladas de resíduos por ano
Para colocar a reciclagem no dia a dia do consumidor e impulsionar a economia circular do país, a Unilever, por meio da marca OMO, vai instalar 85 pontos de coleta de embalagens na cidade de São Paulo até o fim deste ano. Com planos de expansão para outros estados do Brasil, o projeto da marca é realizado em parceria com a startup Molécoola e gera pontos a cada embalagem que o cliente levar que podem ser trocados por produtos ou descontos em compras.
Cada estação tem o potencial de coletar cerca de 10 toneladas de resíduos por mês. Com as 85 estações na capital, conforme evoluir o recebimento de resíduos com a adesão do público, o objetivo é receber cerca de 10 mil toneladas por ano de embalagens para reciclagem.
A partir deste mês, já estão em funcionamento nove estações em unidades do supermercado Extra nos bairros Jaguaré, Jardim São Luís (João Dias), Raposo Tavares, Ipiranga (Ricardo Jafet), Interlagos, Aeroporto, Itaim Bibi, Morumbi e Bela Vista (Brigadeiro). A Unilever instalará estações em outras redes varejistas que também integram o projeto: Supermercado COOP, Carrefour, D’Avó, St. Marche, Makro e Sonda.
Como participar
Para participar, o consumidor tem de se cadastrar no site ou no aplicativo da Molécoola e entregar seus materiais recicláveis em qualquer uma das estações. As embalagens devem estar limpas e separadas por categoria – plástico, papel e papelão, vidro, metal e outros. Elas serão pesadas e os pontos correspondentes são creditados imediatamente na conta do cliente, que pode resgatar os produtos ou benefícios diretamente na estação de troca.
Como exemplo das pontuações, um quilo de garrafas PET verde, PET cristal ou azul garantem 1.300 pontos. Engajada com a causa, para acelerar este ciclo, as embalagens de OMO líquido estão com pontuação turbinada, cada garrafa equivale a mil pontos. Levando três unidades para reciclar, por exemplo, o cliente pode trocar por outros produtos ou receber 20% de desconto na compra de refeições em locais predeterminados.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








