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União lança projeto para capacitar pessoas na confeitaria

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Há mais de 110 anos tornando a vida das pessoas mais doce, União apresenta seu novo projeto desenvolvido especialmente para contribuir em resposta ao contexto social e econômico que os consumidores estão passando. A Escola de Confeitaria e Negócio Doce Futuro União pretende inspirar mais pessoas a criarem suas próprias receitas e a descobrirem um novo mercado de trabalho.

A marca líder no mercado de açúcar no Brasil, que ao longo da sua história sempre criou conteúdos técnicos e inspiracionais no preparo de doces de maneira pioneira, promovendo sempre a proximidade com seus consumidores, inova com este projeto oferecendo um programa com conteúdos culinários e gestão de negócio no ambiente digital – sem barreiras físicas -, permitindo que o relacionamento e o acesso às aulas ocorram independente da localidade do consumidor.

A iniciativa conta ainda com uma comunidade fechada em uma rede social, exclusiva para os inscritos na Escola de Confeitaria e Negócio Doce Futuro União, para promover um ambiente de troca de aprendizado, de dicas e de relatos das novas conquistas entre os participantes e os especialistas da Cozinha Experimental União.

“Com Doce Futuro União, esperamos trazer mais uma nova oportunidade a quem deseja construir seu próprio pequeno negócio ou que busca por uma renda extra a partir da venda de doces. Sabemos que muitas pessoas perderam seus empregos e iniciaram a venda de bolos e de doces, visando uma renda extra ou até mesmo a única alternativa de fonte familiar. Esperamos capacitar nos três primeiros meses mais de 3 mil pessoas com essa iniciativa e ser um meio transformador em suas vidas”, explica Ivy Oliveira, Gerente de Serviços de Marketing.

Os interessados poderão se inscrever gratuitamente no site oficial do projeto a partir de hoje, 16 de novembro, e ter acesso às aulas ministradas por especialistas em finanças, marketing e confeitaria. As vagas estão abertas em todo o Brasil e são limitadas. “Em um momento como esse que estamos vivendo, acreditamos que esta é a forma que podemos contribuir, levando conteúdos, capacitação e promovendo o relacionamento para troca de experiência entre os participantes e os especialistas, para que possamos, assim, promover um mundo melhor”, reforça Ivy.

Para ampliar o impacto desta ação em locais mais carentes, a iniciativa terá uma parceria com o Outdoor Social, que tem como objetivo possibilitar o acesso ao conteúdo da Escola de Confeitaria Doce Futuro às pessoas que vivem na periferia de São Paulo e do Rio de Janeiro. O projeto consiste em instalar placas (outdoors) em muros espalhados por três comunidades de São Paulo (Paraisópolis, Jardim Oratório e Capão Redondo) e três do Rio de Janeiro (Rocinha, Complexo da Maré e Complexo do Alemão) durante 12 semanas, como forma de transformar as regiões em ferramentas de comunicação. Em troca, além do recurso investido nas publicidades ser retornado ao desenvolvimento da comunidade, União irá disponibilizar o sinal de WiFi gratuito e de qualidade para que todo o conteúdo oferecido possa ser aproveitado da melhor maneira pelos participantes.

Toda a campanha do projeto foi produzida e planejada pela agência Lew’Lara\TBWA, que também irá executar as comunicações nas redes sociais de União e na comunidade fechada exclusiva para os inscritos no projeto.

FICHA TÉCNICA – UNIÃO DOCE FUTURO

Título: Doce Futuro
Agência: LEW’LARA\TBWA
Cliente: União
Chairman Grupo TBWA: Luiz Lara
CEO: Marcia Esteves
Diretor Executivo de Criação: Sleyman Khodor
Direção de Criação: Rodrigo da Matta
Direção de Arte: Thiago Fernandes
Redação: Gabriel Marra
Negócios: Ricardo Munhoz, Ines Rodriguez, Camila Sampaio, Matheus Zanchetta e Vanessa Tordino
Estratégia: Raquel Messias, Fábricio Natoli, Thiago Lia, Fabiana Brasil, Michel Dias
Operações: Elise Passamani
Mídia: Vicente Varela, Frederico Lopes, Vanessa Holanda, Vinicius Albuquerque, Aline Silva, 
Giovanna Souza, Julia Doretto
BI: Vicente Varela, Giulianno Akira, Gabriel Moreira, Melina Parada, Yasmin, Yasmin Evangelista
Projetos: Henrique Salvadori, Renata Abbud, Everton Nascimento e Monalisa Paduin
Conteúdo: Marcela Calura, Anne Rego, Bárbara Alves e Natali Mamani
Parceiro de Conteúdo: Recheio – Bianca Lombardi, Gabriela Rodrigues, Caio Monkey, Camila Proença e Carolina Pontes
PARCEIROS: Addolcire e Moblive
Aprovação Cliente: Carlos Daniel Cappadona, Ivy Maria Rodrigues Paes de Oliveira, Isa Priscila Martins Telles, Bruna Datri Mantovani Ribas, Lucas Pereira, Lucas Tadeu Silva Prado, Sandra Carolina Sarachini, Bruna Morais Freire, Mayra Persike Dos Santos, Giulia Ayako Robiatti Hirata
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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