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UBRAFE participa de Audiência Pública sobre impactos da possível revogação do PERSE

Na manhã do último dia 15 de abril, a Câmara Municipal de São Paulo foi palco de uma importante manifestação sobre o futuro do setor na cidade. Sob a presidência do vereador Rodrigo Goulart, a audiência pública da Comissão de Política Urbana ouviu os representantes dos segmentos econômicos que compõem a cadeia do turismo e eventos sobre os impactos da possível revogação do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE).
O evento contou com a participação da UBRAFE e de especialistas, empresários, representantes do setor e autoridades locais, que demonstraram os impactos da possível revogação do PERSE e solicitaram o apoio da Edilidade para a busca de solução de consenso que garanta a manutenção do programa.
“É difícil para o setor de eventos estarmos aqui, para defender a permanência do Perse. Num país onde até o passado é incerto, precisamos defender dia após dia a permanência de um programa emergencial criado para auxiliar a sobrevivência das empresas pós-pandemia. Porém, temos que enaltecer ao poder legislativo que permanece entendendo o sentido da criação do Perse e nos apoiando em iniciativas, como essa audiência pública realizada na Câmara Municipal de São Paulo, casa das leis do município que sedia grande número de feiras e eventos de negócios. Como diz o vereador Rodrigo Goulart, que presidiu esta audiência, o trabalho continua!”, destaca Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
O PERSE tem desempenhado um papel essencial na manutenção das atividades do setor durante um período desafiador, e ainda determinante para muitos que estão em processo de recuperação. Embora haja vozes em Brasília sugerindo que os setores já se recuperaram, a realidade em São Paulo e em muitas outras partes do país é diferente. Diversos hotéis, restaurantes, empresas e profissionais do ramo ainda estão em processo de reabilitação e dependem do apoio contínuo do programa para se restabelecerem completamente.
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AMPRO Awards 2026 bate recorde de inscrições e abre venda de ingressos para cerimônia no Jockey Club de SP

A Associação de Marketing Promocional (AMPRO) iniciou a venda de convites para a 26ª edição do AMPRO Awards, principal premiação voltada ao live marketing e ao marketing de experiência no Brasil. Marcada para o dia 1º de dezembro no Jockey Club de São Paulo, a celebração deste ano atingiu a marca histórica de 514 cases inscritos por 108 agências — um avanço de 121% no volume de projetos e de 87% na participação de agências em comparação ao ciclo de 2019.
A cerimônia presencial prevê reunir cerca de 550 executivos, entre lideranças de agências, anunciantes, fornecedores e parceiros da indústria. Sob uma identidade visual inspirada na brasilidade e na diversidade cultural do país, o encontro distribuirá troféus distribuídos em 36 das 40 categorias avaliadas pelo corpo de jurados.
“A diversidade dos trabalhos inscritos mostra a força do marketing de experiência em diferentes segmentos da economia. Com campanhas distribuídas em 36 das 40 categorias, vemos marcas de diversos setores utilizando criatividade, planejamento e inteligência para criar experiências, conectar-se com seus públicos e gerar resultados. Essa pluralidade revela um mercado que vai muito além dos eventos e ativações, com entregas cada vez mais integradas às estratégias de negócios. O papel do prêmio é justamente reconhecer essa diversidade, valorizar a qualidade dos projetos e ampliar a visibilidade do marketing de experiência”, afirma Heloísa Santana, presidente executiva da AMPRO.
Os ingressos para a solenidade de premiação estão disponíveis na plataforma Sympla, contemplando modalidades de inteira, meia-entrada e tarifas diferenciadas para associados da entidade, além de uma política promocional que concede um ingresso cortesia a cada pacote de cinco entradas adquiridas.
Com a nova edição, a AMPRO consolida a premiação como termômetro da maturidade criativa do mercado nacional, evidenciando o papel estratégico do brand experience na geração de negócios e na construção de conexões duradouras entre marcas e consumidores.
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ABRAFESTA assina manifesto contra alta da carga tributária e alerta para impacto de alíquotas de até 30% no setor de eventos

A Associação Brasileira de Eventos (ABRAFESTA) aderiu ao manifesto nacional da Coalizão das Frentes Produtivas, movimento contrário ao aumento da carga fiscal e à tributação sobre instrumentos de financiamento da economia. A articulação reúne 12 frentes parlamentares e entidades setoriais de turismo, hotelaria, saneamento, educação e transporte para preservar a segurança jurídica, a competitividade corporativa e o ritmo de investimentos no país.
A mobilização destaca a apreensão das empresas com as projeções do Tribunal de Contas da União (TCU) para a Reforma Tributária. Os cálculos do órgão apontam para uma alíquota de referência de cerca de 11,3% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) a partir de 2027. Somada à estimativa de 18,7% do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a tributação unificada sobre o consumo pode alcançar a marca de 30%, patamar visto pelo setor como um obstáculo à geração de empregos e à sustentabilidade operacional da cadeia.
“Quando se aumenta a pressão tributária sobre as empresas, os impactos não ficam restritos aos empresários. Eles chegam aos fornecedores, aos profissionais autônomos, aos freelancers e a todos os trabalhadores que dependem da cadeia de eventos. Estamos falando de um setor que gera oportunidades para milhares de pessoas e movimenta diferentes atividades econômicas. A ABRAFESTA participa desse manifesto justamente para fortalecer essa representação e defender um ambiente de negócios que permita às empresas continuar investindo, contratando e gerando renda”, pontua Ricardo Dias, presidente da ABRAFESTA.
Além da ABRAFESTA, o documento conta com a assinatura de instituições como a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Resorts Brasil, Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (SINDEPAT) e Belta.
Com a iniciativa, a entidade reforça sua atuação institucional junto aos poderes Legislativo e Executivo, defendendo previsibilidade regulatória e condições fiscais equilibradas para prestadores de serviços, produtoras, empresas de infraestrutura e profissionais da economia criativa em todo o Brasil.








