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UBRAFE anuncia programação gratuita da feira de negócios Experience Expo

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) divulga a programação gratuita do Experience Expo, evento e feira de negócios que acontecem em paralelo nos próximos dias 1 e 2 de Agosto no Distrito Anhembi, e já é considerado não apenas uma plataforma de networking, mas também um gerador de oportunidades de negócios, além de promover trocas de conhecimento entre os participantes e atuar como um catalisador de inovações para o setor de eventos B2B e B2C. A Arena Sustentável e o Palco Conteúdo trarão uma série de palestras e apresentações e debates para gerar insights aos participantes e que poderão ser acessados gratuitamente, mediante credenciamento antecipado via Sympla.
O espaço Arena Sustentável ocorre durante os dois dias do evento e traz a proposta de ampliar as discussões sobre os propósitos dos eventos, por meio de conversas informais com diversos líderes de ONGs e iniciativas inspiradoras sobre sustentabilidade nos eventos, com a moderação e apresentação do consultor em práticas ESG Rafael Vaisman (CarbonoB), e líderes visionários como André Palhano (Virada Sustentável), Stella Araújo (Teto BR), Joildo Santos (fundador do Grupo Cria), Tomas Miranda (Sympla), Ana Addobbati (Livre de Assédio), Tatiana Costa (MADHU) e Paulo Octavio Pereira de Almeida (UBRAFE), que vão expor em conversas informais quais são as práticas mais sustentáveis na concepção, gestão e implementação de eventos e como estes compromissos estão moldando o futuro do setor ao redor do país. Os temas que serão abordados são “Como os móveis utilizados nos eventos podem ser reciclados e reaproveitados para famílias e locais que os necessitam” e “Como os organizadores de eventos podem e devem promover equidade e evitar o assédio”
Já o Palco Conteúdo, com palestras silenciosas transmitida por fones de ouvido e localizado no meio da área de exposição, propõe gerar Insights por meio de debates e palestras com alguns dos principais players que estão transformando o cenário dos eventos no país. Nomes como Valeska Oliveira (Francal Feiras), Ricardo Garrido (Assurê seguros), Ricardo Dias (Abrafesta), Andre Biazzo (Abiform), Fabio Zelenski (SPVCB) com participação especial da LINA (Assistente Virtual da Cidade de São para eventos B2B), Tomas Miranda (Sympla), Adriane Zagari (HZ Casting), Gabriela Moreno (grupo El Dourado), Juliana Arenaga (MCI) e Vanessa Martin (VM Consultoria e Pesquisas em Eventos) falam sobre temas práticos e que impactam o dia a dia da maioria dos organizadores, gerando oportunidades de atualização e inspiração. Nas apresentações serão discutidos entre outros assuntos: “O valor das experiências presenciais“, “Desafios no setor de eventos sociais”, “a importância do casting em eventos”, e “Conheça a LINA a assistente virtual dos organizadores de eventos B2B”.
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








