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Tortuguita ganha redes sociais e promete muita diversão para seus fãs

Expandindo sua conexão e proximidade com seus fãs, a Tortuguita, uma das personagens mais queridas do Brasil, ganha suas próprias redes sociais. Agora, ela está presente no Instagram (@tortuguitaoficial) e Facebook (Tortuguita), com um conteúdo interativo e divertido. “A Tortuguita se tornou uma influenciadora digital e, nesta proposta, conta com uma agenda dinâmica, positiva e de entretenimento para reforçar ainda mais sua personalidade única e inconfundível. Temos a convicção de que o público jovem – bem como as demais gerações – vai se surpreender”, diz Anderson Freire, Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da Arcor do Brasil. E as novidades da mais nova influenciadora digital não param por aí. Neste mês, a Tortuguita também lançou o seu canal oficial no TikTok (@tortuguitaoficial).
Para o lançamento do Instagram e do TikTok da Tortuguita, a Arcor realizou ações com influenciadores digitais de peso, como Lucas Rangel, Pedro Rezende e Vittor Fernando, promovendo um conteúdo extremamente irreverente. Ao todo, mais de 10 profissionais, de diferentes áreas, trabalharam no desenvolvimento do projeto digital, o que para a companhia é um dos mais estratégicos em termos de posicionamento da marca. “O Tiktok é uma plataforma com particularidades que exigem um grande teor de entretenimento, ludicidade e agilidade. Por isso, o nosso time de Marketing preparou um conteúdo diferenciado, em que a Tortuguita vai interagir com o público como nunca. É a personagem ganhando vida própria e gerando impacto positivo na vida das pessoas”, completa.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







