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TIME FOR FUN compra nova plataforma de venda de ingressos

A TIME FOR FUN (T4F) anuncia compra de participação majoritária na IT.Art Tecnologia S.A (INTI), empresa de tecnologia com foco na negociação de ingressos para o setor de entretenimento e cultura.
Criada em 2015, a INTI surgiu como uma plataforma de venda de ingressos diferenciada no mercado – além da venda de ingressos, possui módulos de programa de associados (membership) e cadeira cativa (season ticket) para que o cliente possa garantir sempre o mesmo lugar em temporadas de shows e espetáculos. A INTI tem um portfólio de clientes diversificado e qualificado, com foco especial no segmento de cultura (como museus e exposições), feiras e casas de espetáculos.
A INTI proporciona autonomia e eficiência para o produtor – oferecendo uma solução white label, ferramentas de marketing, inteligência de vendas e automação do atendimento, como por exemplo, totens de autoatendimento. E para o fã, ela repensa a experiência do cliente, se inserindo em diferentes pontos da jornada de compra com modelo de venda descentralizada e multicanal.
Esta transação está alinhada ao planejamento estratégico da T4F que pretende tornar-se mais digital, diversificada, orientada por dados e centrada na experiência dos clientes. Trata-se, portanto, do primeiro passo do processo de consolidação do mercado de tickets e criação de uma plataforma de soluções tecnológicas integradas para eventos.
A integração da solução da INTI nos produtos T4F permitirá capturar ganhos relevantes: ampliar a conversão de vendas online, desenvolvimento de novos produtos digitais para fãs e patrocinadores, aplicação de novas soluções de marketing e capturar ganhos relevantes de eficiência em processos de back-office e ganhar produtividade no atendimento ao cliente com soluções como autosserviço.
Além da aquisição da INTI, T4F também acelera seus esforços de transformação digital em diferentes frentes para captura de eficiência ou aumento de receitas. Entre estes esforços estão: construção de um data lake para uma visão completa e única do cliente; aplicação de analytics no processo decisório da escolha de conteúdo; automações de processos com aplicações de robôs como chatbot no atendimento ao cliente e aplicação de RPAs no back office; redesenho do website e experiência e compra; captura de novas receitas digitais como o streaming de nossos festivais ao vivo em redes sociais ou grandes canais de distribuição; implementação de novos sistemas de CRM e ferramentas de marketing.
“Apesar do grande impacto da pandemia no setor de entretenimento, o momento nos permitiu focar esforços de toda a companhia na transformação digital – seja via aquisições, desenvolvimento interno ou parcerias com fornecedores. Captura de eficiência, economias e novas receitas se torna ainda mais importante nesse momento. A pandemia também está permitindo que aceleremos as aquisições”, diz Rodolpho Meschgrahw, CDO e Diretor de Estratégia e Marketing da T4F.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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