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TIM, em parceria com a Eletromidia, apresentam uma experiência ao ar livre gratuita e imersiva

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No ano em que celebra seus 40 anos, o Rock in Rio proporcionará aos fãs uma imersão em sua história por meio de uma experiência inédita, inovadora e divertida. O festival apresenta o Rock in History, o primeiro museu interativo a céu aberto do mundo, em projeto desenvolvido com a TIM e contando com parceria da Eletromidia e implementação da Context, empresa de tecnologia criativa do Grupo Dreamers.

A iniciativa não apenas celebra o legado do Rock in Rio, mas também a cidade que o acolhe, o Rio de Janeiro, transportando os usuários para um universo mágico de uma “cidade aumentada”. Comemorando os 40 anos, 40 histórias estarão em pontos digitais e interativos espalhados pelo Rio de Janeiro, oferecendo cinco formatos de conteúdos imersivos, elevando a experiência dos fãs a um patamar único. Eles poderão encontrar objetos em 3D de proporções gigantescas, informações e curiosidades emocionantes, portais virtuais que os transportarão para novos universos digitais, filtros encantadores, áudios exclusivos e cenários virtuais ideais para capturar fotos incríveis. Ao englobar toda a Cidade Maravilhosa na ação, esta será a primeira vez no mundo que um festival cria uma experiência de realidade aumentada de tamanha dimensão.

No Rock in History, as experiências que foram lançadas contarão com as imagens virtuais das hashtags instagramáveis #Acreditar, #Sonhar, #Juntos, #Paz, da edição de 2022, serão encontradas no Porto Maravilha; Na Barra e em Copacabana, o público vai visualizar uma foto interativa do pórtico que estava na entrada da Cidade do Rock de 1985; já no Aterro do Flamengo, estará a representação do cinema cenográfico da Rota 85, com um conteúdo em vídeo sobre a história do festival; fogos de artifício tocando a música-tema do festival estarão na Praia de Copacabana; e, na Lagoa Rodrigo de Freitas, terá uma interação com holofotes digitais que representam o título do Rock in Rio de ser o primeiro festival a iluminar a plateia.

Por se tratar de um projeto robusto de tecnologia, o Rock in History conta com a força fundamental do 5G para que a experiência seja um sucesso. A TIM, operadora no 5G é a aliada dessa ação e trará experiências diferenciadas para os participantes, principalmente para aqueles que forem clientes.

“Estamos orgulhosos de – nesse nosso segundo ano de patrocínio ao Rock in Rio – permitir a celebração da história do festival por meio de todas as experiências surpreendentes que a tecnologia pode entregar. Só a operadora líder em 5G desenvolveria um projeto tão inovador como o Rock in History, que emociona ao reviver os 40 anos desse grande evento com ativações imersivas em vídeo, som e imagem”, comenta Camila Ribeiro, diretora de comunicação e marca da TIM. A executiva destaca o envolvimento dos clientes e demais consumidores brasileiros: “vamos convidar as pessoas para conhecer ou relembrar a história do maior festival de entretenimento do mundo de uma forma nunca antesvista, juntando música, tecnologia e emoção.”

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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