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Tigre lança campanha “Diz que obra é” retratando desafios da construção com bom humor

A Tigre lança sua mais nova campanha publicitária “Diz que obra é”, que será veiculada ao longo de 2025. Criada pela agência Energy BBDO, a campanha mostra, com leveza e irreverência, os desafios enfrentados ao longo de uma obra, transformando-os em esportes divertidos. Além do comercial para a TV, a campanha conta com peças e ativações para o ambiente digital.
Toda a inspiração da campanha surgiu a partir do social. A agência, por meio de escuta social, estabelece acordos como os profissionais de obra e os consumidores descrevendo os desafios de uma construção ou reforma. Para muitos, construir é uma “batalha”; para outros, um “rojão”, um “filme de terror” ou até uma “sarna para se coçar”. Com base nessas expressões peculiares, a campanha promete transformar cada uma delas em conteúdos bem-humorados, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, com Tigre, fica tudo certo na obra. O conceito reforça a assinatura da marca: “Tudo certo, tudo Tigre”.
O objetivo principal da campanha é fortalecer ainda mais o relacionamento da Tigre com os profissionais da construção civil. “Sabemos que obra pode ser um desafio, mas com nossos produtos, garantimos um resultado seguro e eficiente. Nossa missão é estar sempre ao lado do profissional, oferecendo soluções inovadoras e, ao mesmo tempo, proporcionando uma comunicação leve e divertida, que gere identificação e proximidade com o nosso público”, afirma Carla Fontão, gerente global de marketing do Grupo Tigre.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







