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The Town 2023: Com exclusividade no Brasil, Bruno Mars é headliner do Palco Skyline

O festival The Town anuncia que Bruno Mars encerra a noite do Palco Skyline. De acordo com a organização do evento, Bruno Mars é o artista mais desejado e aguardado pelos fãs de The Town e Rock in Rio e o mais pedido nas redes sociais de ambos os festivais. Mars está confirmado para o dia 10 de setembro. Cantor, compositor, produtor musical e multi-instrumentista americano, nascido e criado no estado do Havaí, nos Estados Unidos, Bruno possui uma estreita relação com a Rock World, empresa que realiza os festivais Rock in Rio e The Town, tendo se apresentado no Rock in Rio USA, em 2015, e Rock in Rio Lisboa, em 2018. Agora, Bruno Mars desembarca no país depois de cinco anos distante para uma performance ao vivo e exclusiva no Brasil e estampa em seu currículo o carimbo do The Town, ao encerrar, no Palco Skyline, o último dia da primeira edição do novo e maior festival de música, cultura e arte de São Paulo, dos mesmos criadores do Rock in Rio. Na mesma data, a cantora brasileira Iza abre a noite no espaço.
“Bruno Mars era um sonho não apenas do público, mas pessoalmente meu também. É uma conversa antiga, que deu match para as edições do Rock in Rio em Vegas e Lisboa e, que fará parte desta primeira edição histórica do The Town. Sem a menor sombra de dúvida, nossos fãs encontrarão um evento à altura de São Paulo. Imagina só… depois da catarse que foi o Coldplay no Rock in Rio, agora Mars no The Town. Ele é irretocável e já estou ansioso por um espetáculo memorável”, garante Roberto Medina, presidente da Rock World – empresa responsável pelos festivais The Town e Rock in Rio – e dos eventos citados.
The Town realizará sua primeira edição no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 2, 3, 7, 9 e 10 de setembro de 2023 e promete entrar para a história da cidade e da música brasileira e mundial, com um line-up muito aguardado. O Palco Skyline já conta com o grupo Foo Fighters (9 de setembro), que está de volta após um período de paralisações de shows devido ao falecimento repentino do baterista, Taylor Hawkins, em março de 2022. Em 2001, no Rock in Rio, foi realizado o primeiro show do Foo Fighters no país. 22 anos depois, a apresentação em The Town será a primeira da banda no Brasil, após o hiato. Post Malone (2 de setembro), um dos shows mais marcantes, surpreendentes e aclamados pelo público e pela crítica no Rock in Rio 2022, que conquistou toda a plateia presente com sua simpatia e carisma ao longo de um setlist repleto de hits. Além de uma das bandas de pop rock mais premiadas de todos os tempos, Maroon 5 (7 de setembro). Detentora de um legado mundial de fãs e liderada por Adam Levine, a banda entrou para a história do Rock in Rio, ao ser a primeira atração da edição de 2017 a esgotar os ingressos, em menos de uma hora, e ainda a performar em dois dias consecutivos, entregando performances inesquecíveis para as 200 mil pessoas ali presentes.
A primeira edição conta, ainda, com Ludmilla, Jão, Racionais MC’s & Orquestra de Heliópolis, Iza e Criolo e um momento mágico com um espetáculo de luz, música, fogos de artifício e transmissão ao vivo nos telões. A organização também anunciou uma parceria inédita com o Grupo CCR, que garante que os trens que dão acesso ao Autódromo de Interlagos funcionem 24h nos dias de evento e a data da venda do The Town Card: 14 de março. Essa será a primeira chance do público de entrar pra história, garantindo a participação na primeira edição do mais novo festival de música, cultura e arte de São Paulo.
Eventos
Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.
Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.
A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.
Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.
Eventos
Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.
Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.
Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.
No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.
A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.







