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TeleEventos retorna marca à origem com rebranding e movimentos estratégicos no time

A TeleEventos, pioneira no setor de RSVP que atende marcas expressivas como Magalu, Porto Seguro, Warner, Fiat, Allianz, Alelo, Astrazeneca e Braskem, já começou a preparar não apenas a comemoração pelos seus 25 anos, como também a base para a construção das próximas décadas de sucesso. O primeiro passo foi um processo de rebranding que resgatou tanto o nome original – TeleEventos – quanto o propósito inicial do cuidado humano e pessoal como protagonista dos projetos ao pilotar o que há de mais moderno em tecnologias no setor.
Sob a liderança de Sueli Dias, que iniciou a carreira nos anos 90 em centrais de atendimento de grandes empresas como IBM, American Express e Natura e que, posteriormente, aplicou em eventos as melhores práticas aprendidas em qualidade de atendimento e experiência do contato durante sua experiência de hospitalidade no Banco de Eventos, a TeleEventos fundou um mercado próprio no Brasil.
“Em 2000, fui pioneira ao investir em uma empresa focada no serviço de RSVP, anteriormente feito internamente pelas agências de evento. De lá para cá, desenvolvemos soluções personalizadas para os clientes de maneira a promover o encantamento desde o primeiro contato com seus convidados até o dia de recepcioná-lo no evento”, sintetiza Sueli. “Evoluímos na parte tecnológica, agregando as facilidades do dia a dia ao processo e isso se refletiu na forma como nossa marca se apresentou ao mercado ao longo dos últimos anos, principalmente em decorrência do período pandêmico. Porém, sempre tivemos o recurso humano como referência de qualificação e personalização dos serviços. Usamos a Inteligência Artificial, mas não abrimos mão da sensibilidade, inteligência humana e emocional para fazer da experiência do convidado sua melhor referência do produto ou evento que participamos. Então, sentimos a necessidade de resgatar a nossa essência.”
Margeada por variáveis do magenta – que une a intuição, à coragem de agir e se expressar – e pelo amarelo – que simboliza, a prosperidade e a felicidade – a nova marca se apresenta para além da representação gráfica. A reafirmação do propósito e das suas origens está também nas movimentações e reconhecimento do time, que tem a diversidade como um dos componentes do seu DNA.
Leandro Lima é um destes exemplos. Na TeleEventos desde 2011, quando iniciou a carreira como operador de atendimento, ele integra os 18% de colaboradores que se autoafirmam LGBTQIAPN+ e acaba de assumir a gerência de produção e logística. “Negro, gay e gerente! É importante estarmos em todos os lugares”, orgulha-se sobre a promoção e sua representatividade.
Já Patrícia Costa, que teve uma primeira temporada na empresa entre 2013 e 2019, está de volta para assumir a área comercial e acrescentar ao índice de 82% de colaboradoras mulheres, depois de ter se tornado mãe e passado por marcas como ARM Produções, Chris Ayrosa Projetos Cenográficos, ANSEVEN e VIVO (Telefônica Brasil).
“A nossa missão é encorajar empresas a criarem experiências únicas de relacionamento e comunicação com seus clientes. E isso só é possível por meio de um time que, ao mesmo tempo, é capacitado para operar dentro da legalidade da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e dos protocolos de credenciamento; conta com os recursos tecnológicos mais avançados do mercado, que conferem agilidade e segurança ao processo; mas que também é diverso e preparado para aplicar a inteligência humana e emocional na resolução de tudo aquilo que a tecnologia e as formalidades não são capazes de sentir”, explica a CEO e fundadora da TeleEventos.
Leandro Lima se recorda de uma situação em que viu a empresa aplicar na prática o propósito de entregar o melhor da tecnologia aliado ao cuidado humano e pessoal durante a tratativa de um projeto. Para atender a convenção interna de uma grande marca, a TeleEventos desenvolveu uma aplicação que possibilitava aos colaboradores encontrar a pessoa com quem eles desejavam compartilhar o quarto de hotel para dar um match. Porém, por regra, os quartos deveriam ser divididos entre pessoas de um mesmo sexo.
“Recebemos contato de um dos participantes do evento porque esse formato de organização colocava em risco seu relacionamento, visto que seu parceiro não aceitava que ele dormisse em quarto compartilhado com outro homem. A situação foi tratada a partir do olhar humano e não de inteligência artificial, visto que esta dor colocava em risco a experiência desta pessoa e o consequente resultado esperado dela.”
Todo o movimento de gestão e de marca teve início em 2023 e já se mostrou próspero também no desempenho de mercado. No primeiro semestre deste ano, a TeleEventos viu sua carteira de clientes aumentar em 20%. A gerente de novos negócios, recém-chegada de volta à empresa, credita o sucesso ao reconhecimento do mercado aos aspectos da pauta ESG.
“Na TeleEventos somos diversos, somos grandes parceiros do Terceiro Setor e nos mantemos à frente do nosso tempo. Nossa entrega está além da tecnologia commodity e é isso que se espera de uma empresa que inaugurou um mercado. Não fomos pioneiros. Nós somos pioneiros e todos os nossos esforços são para que nossos clientes sigam encontrando em nós o preparo e a segurança necessária para as suas entregas”, finaliza Costa.
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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.
Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.
A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.
Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.








