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Swift inova e oferece nova linha de pratos prontos com foco nas vendas on-line

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Para levar sabor e praticidade à mesa dos consumidores, a Swift, que é referência em qualidade, investe na categoria de pratos prontos com a linha Good4You. Com o lançamento, a marca aposta em novo formato de vendas on-line, que otimiza a rotina de forma saudável. As opções são embaladas em porções individuais com o processo de ultracongelamento, prontas para o consumo. São inúmeras combinações que proporcionam uma organização semanal ou mensal da alimentação para toda a família.

Em linha com a essência de Swift, a Good4You oferece o sabor e qualidade de comida caseira, sendo uma alternativa para quem não quer renunciar ao prazer de comer bem, mas não tem tempo de preparar suas refeições. A novidade visa simplificar ainda mais a vida das pessoas que precisam de uma “cozinha mais prática”, aliada à saudabilidade.

O lançamento da Swift surge para atender essa crescente demanda de mercado. Disponível apenas na loja on-line da marca, o lançamento da Swift conta com mais de 60 itens, contemplando opções de bovinos, aves, suínos, pescados e também vegetarianas, que podem ser combinados a partir da preferência do consumidor, sendo ideais para almoço, jantar e até mesmo refeições rápidas. Para consumir a linha Good4You, basta esquentar no micro-ondas ou levar ao fogo em banho-maria em até 15 minutos.

“A Good4You é uma nova forma de consumir a Swift. A linha reforça o nosso compromisso em alinhar praticidade, saudabilidade e sabor, oferecendo aos nossos consumidores experiências inovadoras, que não só facilitam o cotidiano daqueles que buscam se alimentar bem, mas trazem experiências de compra que acompanham as tendências e prezam pela rapidez e eficiência” explica Lilian Petri, coordenadora de P&D da Swift.

Sempre focada em inovação e atenta em oferecer um mix variado de produtos, a Swift usa tecnologia de ultracongelamento, que resulta na melhor conservação dos alimentos, além de preservar as propriedades nutricionais e textura.

Entre os destaques no cardápio, estão as opções de Steak de Ojo de Bife com Molho Chimichurri; Arroz Cremoso com Camarão, Leite de Coco e Curry; Filé de Peito de Frango Grelhado com Mostarda e Mel; Moqueca de Pupunha com Banana da Terra e Filé Mignon Suíno com Molho Agridoce.

O lançamento traz ainda embalagem com o selo I’m green, que atesta a utilização de plástico de fonte renovável. O material, um polietileno que tem a cana-de-açúcar como matéria-prima, gera menor impacto ambiental e tem produção com emissões de gases do efeito estufa reduzidas.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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