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SRCOM cria a marca Rio Réveillon e apresenta plataforma de comunicação exclusiva para campanhas e ativações

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O Réveillon no Rio de Janeiro promete surpreender e elevar ainda mais a experiência dos cariocas e turistas. Responsável por produzir e organizar a maior festa a céu aberto do mundo há 17 anos, a SRCOM elaborou uma nova estratégia publicitária que permite maior engajamento e visibilidade a quem quer tornar inesquecível a chegada do Ano Novo.

A agência de brand experience e live marketing não só criou a marca Rio Réveillon como desenvolveu uma plataforma de comunicação inédita para que as empresas patrocinadoras possam fechar contratos, definir ativações e pensar em ações durante a celebração de final de ano em Copacabana e outros bairros da cidade do Rio. A iniciativa vale para o Réveillon de 2025, 2026 e 2027, seguindo o novo edital de licitação da Prefeitura de três anos de contrato para a produção da festa.

“O Rio Réveillon vai além de um evento do Rio de Janeiro e se tornou uma celebração cultural com forte impacto econômico, social e de imagem para o Brasil e o mundo. Vem se consolidando como uma das maiores plataformas musicais do Brasil, reunindo diversas marcas patrocinadoras e um público diversificado em torno de um evento grandioso de alta visibilidade. , transformando todo o mês de dezembro e o início de janeiro em uma experiência de conexão entre marcas e audiência”, ressalta o diretor de projetos e negócios da SRCOM, Nelson Adão.

Com mais de 40 atrações espalhadas em 13 palcos, o Rio Réveillon reforça a universalidade da música, atingindo públicos de diferentes gostos e promovendo a democratização do entretenimento. O evento fortalece o potencial turístico e cultural do Rio de Janeiro, que, historicamente, é conhecido como um dos maiores destinos de entretenimento do mundo.

“Para os patrocinadores, o Réveillon é uma excelente plataforma de brand experience. Além da alta visibilidade, as marcas têm a oportunidade de estabelecer uma conexão genuína com os consumidores, integrando suas mensagens ao contexto festivo e cultural do evento. Com um decreto que amplifica a participação das marcas e protege sua visibilidade, a Prefeitura do Rio criou inúmeras possibilidades comerciais para que os patrocinadores se sintam protagonistas na festa”, afirma.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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