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Spotify é o mais novo parceiro do Vivo Selfie, que começa a ser vendido

Netflix e Rappi são outras parcerias já anunciadas. Para assinar novos planos pós-pagos da Vivo, basta acessar vivo.com.br/selfie
O Spotify, maior serviço de assinatura de streaming de áudio do mundo, é o mais novo parceiro do Vivo Selfie, novo portfólio de planos pós-pagos da operadora que começa a ser vendido hoje. O Vivo Selfie foi criado para levar mais benefícios para os consumidores por meio de parcerias inovadoras com empresas que são referência no mundo digital e de entretenimento – Netflix e Rappi são outros parceiros já anunciados. O Vivo Selfie inclui a assinatura do parceiro, o serviço de celular com 25GB de internet e mais 25GB que também podem ser usados com a empresa que dá nome ao plano. Os planos incluem ainda diárias ilimitadas de roaming internacional para usar o celular em viagens para países das Américas, sem custo adicional.
“Estamos entusiasmados em ser mais um parceiro da Vivo para lançar o Spotify Premium como parte dos planos Vivo Selfie. Essa parceria trará o Spotify Premium aos assinantes da Vivo de uma maneira nova e conveniente”, diz Marc Hazan, vice-presidente de Parcerias Premium do Spotify.
Com o Vivo Selfie, a Vivo reforça seu posicionamento como empresa de tecnologia e inova mais uma vez para facilitar o acesso dos clientes a diferentes serviços do mundo digital. Os novos planos reúnem praticidade, comodidade e facilidade para que os assinantes possam usar seus serviços favoritos quando, onde e como acharem melhor.
“O lançamento do Vivo Selfie mostra mais uma vez que inovamos para trazer benefícios para os nossos clientes. Criamos um plano sob medida para atender a todos”, afirma Marcio Fabbris, VP B2C da Vivo.
Por isso, o conceito da campanha de lançamento do Vivo Selfie é “O Plano Pós que é a sua cara”. A campanha destaca os atributos do plano e explora de forma ficcional o processo de co-criação entre executivos da Vivo e das demais marcas, para chegar às melhores condições dos planos. Os novos filmes trazem situações inusitadas, representando cada uma das marcas parceiras, e apresentam cenas como um entregador da Rappi que chega de moto dentro de uma sala de reuniões; uma reunião em que os mascarados de “La Casa de Papel” tentam pronunciar nomes de cidades brasileiras; e um alinhamento de estratégia entre executivos e artistas do rock fazendo riffs de guitarra.
Para assinar os novos planos, basta acessar o site da Vivo: vivo.com.br/selfie. Há três opções para o assinante escolher o plano pós-pago que é a sua cara: Vivo Selfie Spotify Premium, Vivo Selfie Netflix e Vivo Selfie Rappi. Confira abaixo as características específicas de cada plano Vivo Selfie:
Vivo Selfie Spotify Premium (R$ 149,99/mês): Quem é fã de música agora tem o plano certo para aproveitar o melhor do Spotify. A mensalidade inclui a assinatura Spotify Premium Individual, 25GB para o cliente navegar na internet como quiser e outros 25GB para uso com Spotify. E o Vivo Selfie ainda oferece diárias ilimitadas de roaming internacional (Vivo Travel) para países das Américas, ligações ilimitadas para qualquer telefone do Brasil e WhatsApp ilimitado sem consumir a franquia de internet para envio de mensagens de vídeo, texto ou foto.
Vivo Selfie Netflix (R$ 164,99/mês): Com ele, o cliente pode aproveitar os reality shows, filmes, documentários e séries da Netflix, como La Casa de Papel, Modo Avião, Elite, Brincando com Fogo, Resgate nos seus celulares, assim como em Smart TVs, computadores e outros aplicativos e media players em qualidade full HD. Além de incluir a assinatura da Netflix, o plano traz ainda 25GB para navegar na internet como quiser e outros 25GB para usar também com a Netflix. E o Vivo Selfie ainda inclui diárias ilimitadas de roaming internacional (Vivo Travel) para países das Américas, ligações ilimitadas para qualquer telefone do Brasil e WhatsApp ilimitado sem consumir a franquia de internet para envio de mensagens de vídeo, texto ou foto.
Vivo Selfie Rappi (R$ 149,99/mês): A mensalidade do plano inclui a assinatura mensal da Rappi Prime, que oferece frete grátis ilimitado em compras acima de R$30,00. O plano oferece ainda 25GB para o cliente navegar na internet, diárias ilimitadas de roaming internacional (Vivo Travel) para países das Américas, ligações ilimitadas para qualquer telefone do Brasil e WhatsApp ilimitado sem consumir a franquia de internet para envio de mensagens de vídeo, texto ou foto.
Para saber mais sobre o Vivo Selfie, acesse vivo.com.br/selfie
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









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