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Site de vinhos reverte compra em doação de cobertores para população em vulnerabilidade social

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Site de vinhos reverte compra em doação de cobertores para população em vulnerabilidade social

Apesar da crescente popularidade em qualquer estação, o vinho costuma ser bem lembrado durante o inverno. Esse ano, a Portus Cale oferece mais um motivo para apostar na bebida atrelando à compra a possibilidade de praticar solidariedade.

Neste inverno, a cada 200 reais em vinhos comprados diretamente no site, a Portus doará 3 cobertores para as pessoas atendidas pelo projeto Viralize o Bem, da ONG Olhar de Bia, que distribui cestas básicas e cobertores para 110 ONGs em São Paulo e Guarulhos (região metropolitana). “Nesse inverno e com a pandemia, ações como essas são essenciais. Estamos nos preocupando com vidas que precisam ser aquecidas. Além dos cobertores, queremos de fato aquecê-las com atenção, cuidados e perspectivas.”, conta Beatriz Martins, fundadora da organização. O projeto atinge mais de 50 mil famílias de baixa renda e moradores de rua.

Para quem aproveitar o momento solidário para comprar vinhos, a equipe de sommeliers da Portus dá dicas de como harmonizar pratos que são a cara do inverno.

Fondue de queijo

Para o Fondue de Queijo clássico, com queijos à base de Gruyère, Gouda e Emmental, indicamos um vinho também clássico: um belo Chardonnay, a uva branca mais famosa. Nesse caso, a dica é o Bacalhôa Chardonnay, que possui a acidez ideal para acompanhar pratos mais salgados e intensos.

Ao mergulhar nessa mistura, você pode ficar no tradicional e escolher um pão italiano. Porém, cada vez mais, a ideia é variar e apostar nas  batatas, cenouras, brócolis cozidos e até mesmo camarões ou cubinhos de frango refogados.

Para quem optar por queijos menos gordurosos e focar só nos legumes como acompanhamento, sugerimos um vinho mais leve, como um Sauvignon Blanc, um Viognier ou até mesmo um Pinot Grigio. Nesse caso, a sugestão é o Casa Rojo Musso – Sauvignon Blanc.

Boeuf Bourguignon

Esse guisado de carne de origem francesa só tem o nome difícil. De preparação simples, é um ensopado de carne com semelhança ao nosso famoso picadinho. A maior diferença está na marinada e cocção, que leva uma uma dose de vinho tinto. Para esse  prato típico feito na região da Borgonha, nada melhor que um belo Pinot Noir para harmonizar. Nossa dica é O Bueno Bellavista Estate Pinot Noir, produzido com uma uva delicada e complexa da Campanha Gaúcha.

Canjica Doce

O inverno com as festas juninas e julinas, também é o tempo da canjica de milho. Para acompanhar o doce, que costuma vir carregado de leite condensado, a sugestão é apostar em um vinho fortificado. Com alto teor alcoólico e alto residual de açúcar, esse tipo de vinho possui o corpo e a acidez ideal para degustar com as sobremesas. Nossa dica é o Moscatel de Setúbal 5 anos, Este vinho possui aroma intenso e apresenta notas florais de flor de laranjeira e rosas, passas, amêndoas e mel.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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