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Shopping Center Norte completa 37 anos

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Em abril, o Center Norte completa 37 anos. Quinto shopping a inaugurar na cidade de São Paulo e o primeiro da zona norte, o Shopping da Família, como é conhecido, é um dos maiores e mais completos e diversificados centros de compras e convivência do país. Em uma área de 142 mil m², o empreendimento reúne mais de 330 lojas de variados segmentos: moda, beleza, tecnologia, esportes, gastronomia, serviços e entretenimento.

“Completar 37 anos sendo referência no segmento de shopping centers é motivo de muito orgulho. Ao longo das últimas quase quatro décadas, os desafios foram inúmeros, mas, sem dúvidas, os maiores desafios vieram nos últimos 12 meses com as restrições impostas pela pandemia. As mudanças aceleraram nossa digitalização e rapidamente nos adaptamos para que os clientes pudessem continuar contando com os nossos serviços mesmo à distância e seguindo todos os protocolos de saúde e segurança”, afirma Guilherme Marini, diretor executivo do Center Norte.

A fim de oferecer aos lojistas ainda mais agilidade e eficiência no atendimento remoto ao público, facilitando o processo de compra e venda online, o Center Norte inaugurou recentemente um hub de entregas em parceria com o Delivery Center – ecossistema que promove a multicanalidade ao integrar lojistas, marketplaces e entregadores. A central de distribuição fica em um local estratégico do Shopping, onde é feita toda a logística dos pedidos, coleta dos itens junto aos lojistas e as entregas rápidas aos clientes.

“O lançamento do hub de entregas faz parte de uma robusta estratégia que tem como objetivo acelerar a transição dos nossos lojistas para o universo digital e ampliar a experiência omnichannel para os consumidores, estabelecendo múltiplos canais de venda e contato”, reforça Marini.

Atualmente, o shopping está fechado em cumprimento à fase emergencial do Plano São Paulo, mas os clientes podem fazer as compras por telefone e WhatsApp ou através de seus aplicativos favoritos e receber em casa ou retirar no drive-thru com todos os cuidados necessários e medidas preventivas. O drive-thru está localizado em uma área reservada do estacionamento e funciona diariamente, das 8h às 20h.

O Shopping Center Norte integra a Cidade Center Norte, complexo multiuso que conta também com o Lar Center, o centro de exposições e convenções Expo Center Norte e o Novotel Center Norte.

Lojas com atendimento remoto: https://www.centernorte.com.br/lojas-do-center-norte-e-lar-center-com-atendimento-remoto/.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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