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Shell apresenta seu novo programa de fidelidade Shell Box Clube

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A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, acaba de lançar para o mercado o Shell Box Clube, programa de fidelidade integrado ao ecossistema de benefícios Stix, em campanha idealizada pela Euphoria Creative. Trazendo ainda mais experiências para seus clientes, o novo serviço oferece aos consumidores uma oportunidade única, combinando a vantagem de abastecer nos postos da marca com um sistema de recompensas exclusivo.

O filme, intitulado ‘Especialistas em pontos’e protagonizado por Fábio Porchat e Oscar Schmidt, visa destacar o Shell Box Clube como o principal programa de fidelidade em pontos e benefícios do mercado.

“Nossa ideia foi criar uma campanha ‘one single message’ deixando muito claro que chegou o Shell Box Clube que é quem mais entende de pontos. Para criar uma comunicação com relevância cultural, trouxemos os maiores especialistas em pontos, como uma senhora que faz ponto cruz a vida toda e até mesmo o Oscar Schmidt, um dos maiores pontuadores de basquete do mundo. Ninguém melhor do que eles para recomendar os pontos do Shell Box Clube. Com humor e uma mensagem muito clara, mostramos que agora o consumidor tem mais essa vantagem ao abastecer nos postos Shell.” comenta Marcelo Rizério, cofundador e CCO da Euphoria Creative.

Para o lançamento, a campanha conta com um plano de mídia abrangente, englobando um vasto ecossistema de meios offline e online. Com um alcance amplo e diversificado, a campanha será veiculada em TV aberta, incluindo grandes emissoras como Globo, SBT, Record e Band, com lançamento previsto para o intervalo do Fantástico. Além disso, a presença da marca se estenderá para TV fechada, rádio e out of home. No mundo digital, Shell Box Clube também estará presente em diversos veículos, como Meta, Google, Youtube, TikTok e Spotify, com criativos e derivações do filme comercial, além da estratégia de influenciadores digitais, garantindo uma cobertura abrangente e impactante em múltiplos canais de comunicação.

“Estamos muito empolgados com esta nova campanha que brinca com o conceito de ‘acumular pontos’. A ideia é simplificar a compreensão do nosso novo programa de fidelidade Shell Box Clube, tornando-o acessível e divertido para todos. Ao transformar a experiência em algo lúdico e interativo, acreditamos que os clientes não só entenderão melhor como acumular e usar seus pontos, mas também se sentirão mais engajados a participar. Queremos que cada interação com o programa seja uma oportunidade para os clientes se divertirem e se sentirem recompensados pelo seu engajamento e lealdade à marca Shell”, comenta Ricardo Berni, diretor executivo de marketing e digital da Raízen, licenciada da marca Shell.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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