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Sem Parar Seguros amplia portfólio com lançamento do Auto Diário

Com o objetivo de aumentar a versatilidade de seu portfólio de apólices, o Sem Parar, ecossistema de mobilidade com foco em quem dirige, anuncia seu novo seguro Auto Diário, que propõe um tipo de apólice sob demanda ainda inédito no mercado de seguros para veículos.
Entre seus diferenciais, o novo produto possui ativação automática, é válido por 24 horas, por R$ 2,90. Sua cobertura garante: auxílio em todos os casos de colisão e danos ao veículo, inclusive de acidentes oriundos de desastres naturais, ou reembolso de franquia de até R$ 3 mil para quem já possui seguro auto tradicional.
Válida em todo território nacional, a proteção é iniciada a cada vez que os motoristas utilizarem sua tag Sem Parar em algum pedágio, seja em rodovias ou no perímetro urbano. Caso o motorista passe em outros pedágios durante o período vigente, não haverá novas ativações, permanecendo a cobertura a partir do horário do primeiro registro. A cada novo intervalo de 24 horas, será cobrada uma nova ativação.
Sob demanda, o foco do novo serviço mira clientes que utilizam o carro esporadicamente ou que possuem necessidades de cobertura confiável, mas temporária. Além disso, o Auto Diário também atende motoristas que já possuem seguro auto tradicional, mas desejam acrescentar uma camada extra de proteção ao seu carro, para evitar a abertura de sinistro em seguros regulares, que costumam ter valores elevados de franquia.
“De acordo com dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), cerca de 70% dos automóveis brasileiros rodam sem seguro. Uma das explicações para esse alto índice de falta de cobertura pôde ser vista em uma pesquisa do próprio Sem Parar, em janeiro de 2022, que mostrou que 63% das pessoas não contratavam um seguro por considerar o preço muito elevado”, explica José Machado, diretor de seguros no Sem Parar. “Pegamos esse insight e levamos em conta na expansão do nosso portfólio de produtos. Nossos clientes e o mercado pedem, cada vez mais, estratégias e soluções segmentadas e aderentes às necessidades e ao contexto de quem dirige no Brasil”, completa.
“Estamos na era da simplicidade e customização de oferta. Nosso objetivo com o Auto Diário é proporcionar uma experiência mais simples, descomplicada e rápida para quem dirige. Nós somos líderes em tags e nossos clientes já utilizam o pedágio em cerca de 80 milhões de transações por mês. Faz bastante sentido criarmos essa alternativa aos modelos tradicionais de seguro, que protege a jornada do nosso cliente de forma automática, apenas quando ele precisar”, finaliza Machado.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







