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Seara lança campanha para divulgar linha inédita de produtos 100% vegetais

Ação integrada, focada nos consumidores flexitarianos, começa com influenciadores no digital e ativação exclusiva no BBB20
Primeira grande empresa alimentícia no País a oferecer uma linha completa de produtos feitos com proteína 100% vegetal, a Seara Alimentos lança campanha de início das vendas da Linha Incrível Seara em todo o Brasil. Com uma estratégia 360, a ação começa com a ativação da #SegundaIncrível, no digital, passa pela casa do BBB20 e chega a todos os lares com uma campanha integrada.
Assinada pela agência WMcCann, as peças buscam reforçar os diferenciais de sabor e qualidade da linha e conversar com o consumidor por meio de uma estratégia de conteúdo que amplifica a novidade em rede nacional, na TV, nas redes sociais e nas plataformas digitais. Além disso, um time de influenciadores ajudará a endossar a superioridade de sabor e ineditismo que essa linha traz como opção alimentar.
A ação #SegundaIncrível conta com os embaixadores oficiais da linha, a maior influenciadora digital teen do mundo – Maisa – e as estrelas Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, que receberam uma geladeira recheada de produtos da Linha Incrível Seara, além de produzirem diversos conteúdos nas mídias sociais. A ativação também movimenta cerca de 40 influenciadores, dentre eles, Niina Secrets, Dani Noce, Shantal e Matheus Verdelho, para compartilhar nas redes os seus menus do dia, com receitas utilizando os produtos da marca.
“A Seara é uma das empresas de alimentos que mais inova. Atenta a uma tendência mundial, a marca tem se preocupado em estabelecer um diálogo atual com um novo público”, destaca José Cirilo, diretor executivo de Marketing e Trade Marketing da Seara Alimentos.
A ampliação do portfólio de produtos comercializados pela marca acompanha a mudança de hábito dos consumidores, carentes de novas opções alimentares à base de proteínas. No Brasil, 30% dos brasileiros já se declaram vegetarianos ou flexitarianos, consumidores que passaram a diversificar suas dietas com alternativas a produtos de origem animal.
Também nesta semana, os produtos exclusivos invadiram a casa mais vigiada do Brasil. Em ação com a Rede Globo, o chef Claude Troisgros e seu fiel escudeiro Batista prepararam um almoço vegetariano utilizando apenas os produtos à base de planta da Linha Incrível Seara. Os “Brothers” puderam conhecer mais sobre os produtos, os ingredientes da linha, o comportamento flexitariano e sobre a exclusiva Biomolécula i, que garante sabor e textura inéditos de carne.
Para completar, estreia neste final de semana uma peça que convida todos a refletirem sobre alimentação, mostrando que hoje existe um jeito novo para tudo: andar de carro, assistir a seus programas favoritos e estar perto dos amigos. Se é possível fazer tudo isso de outra maneira, também dá para sentir sabores incríveis de um jeito novo.
“Depois de consolidar o padrão de qualidade da Seara, ajudamos a trazer uma conexão emocional com os consumidores – mostrando que não é só sobre comida – e agora destacamos como a tecnologia e a inovação também estão presentes na mesa dos brasileiros”, comenta Kevin Zung, COO da WMcCann.
A campanha seguirá ao longo de 2020 e trará peças com linguagem descolada, com um plano de mídia que abrange todas as plataformas Seara, redes sociais, media display, blast de mídia com o portfólio de produtos, spots de rádio e ações de endomarketing.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







