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São Paulo elimina a bitributação no Live Marketing

Foi publicada na última terça-feira (28) a Resposta à Consulta Pública apresentada pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional junto ao Município de São Paulo e que finalmente esclarece as atividades desenvolvidas pelas agências de Live Marketing e a forma de tributação dos seus serviços.
Com o acolhimento da interpretação defendida pela AMPRO na Consulta elaborada e acompanhada pelo FAS Advogados foi reconhecida a atividade híbrida desenvolvida pelas agências – marketing e agenciamento – e também que o preço de seus serviços, especialmente o de agenciamento, corresponde apenas aos honorários, à comissão recebida pelas agências pela intermediação e contratação de terceiros que realizam em nome de seus clientes.
Segundo o Presidente da AMPRO, Wilson Ferreira Junior, há muitos anos as agências vinham sofrendo por falta de regulamentação tributária específica de seus serviços, ficando à margem de contratações de serviços bitributados ou então de absoluta insegurança jurídica.
“A Prefeitura de São Paulo acaba de sair na frente com essa decisão histórica, que corrige uma injustiça tributária contra a qual nosso setor vem se batendo há muitos anos. Coube-nos, a mim, ao nosso chairman Celio Ashcar, ao presidente do conselho Bazinho Ferraz, ao nosso conselheiro e consultor jurídico Paulo Focaccia, ao lado de toda a diretoria atual, liderar a batalha final”, comemora o presidente da AMPRO, Wilson Ferreira Jr., que esteve, ao lado de Celio Ashcar Jr., à frente da Entidade nos dois últimos biênios, agora em seus últimos dias de gestão.
Há mais de 10 anos a AMPRO vem lutando pela regulamentação e contra a bitributação no mercado de Live Marketing. Em 2019, um parecer favorável do jurista Ives Gandra Martins serviu como base para o pleito da Consulta Pública, que teve como objetivo validar a natureza dos serviços prestados pelas agências, além de validar a base de cálculo dos serviços prestados como taxa de intermediação e definir obrigação acessória que venha a suportar o repasse destinado aos terceiros.
No parecer que contribuiu para a decisão positiva da Prefeitura de São Paulo, Gandra Martins entendeu que os serviços prestados pelas agências de live marketing se enquadram em duas naturezas jurídicas distintas: serviços de marketing e serviços de agência. O jurista entendeu ainda que “pelos serviços de Marketing (criação, desenvolvimento e planejamento realizado) devem ser tributados apenas os honorários profissionais pela elaboração do projeto de marketing promocional; e pelos serviços de Agenciamento, deve apenas ser tributada a taxa de comissão/intermediação pela contratação de terceiros-fornecedores, para a implementação e execução do projeto”, declarou. A conclusão foi que a base de cálculo aplicável aos serviços de Live Marketing restringe-se à receita da própria agência, excluindo-se valores que apenas são repassados a terceiros.
“Com a Resposta à Consulta publicada neste dia 28, a AMPRO e o Município de São Paulo põem uma pá de cal na insegurança jurídica que prejudicava o setor, proporcionando às agências contribuintes, com os ajustes necessários, a regularidade fiscal tão esperada”, afirma Paulo Focaccia.
No final de 2019, outra decisão envolvendo a cobrança do ISS já havia beneficiado as agências paulistas associadas à AMPRO, que ganharam, por decisão liminar, o direito de excluir imposto da base de cálculo do PIS – Programa de Integração Social e da COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social.
“Agora, a missão da AMPRO é levar essa decisão de São Paulo a todas as cidades do Brasil, acompanhada do parecer do brilhante jurista Ives Gandra Martins que corrobora nossa tese, para que todo o mercado nacional de Live Marketing usufrua de um desenho tributário mais moderno, inteligente e justo”, finaliza Wilson Ferreira Jr.
A Associação de Marketing Promocional é a única que desenvolve nacionalmente a teoria e a prática do setor de Live Marketing de forma ampla. Com sede em São Paulo, completa 27 anos em 2020 e possui cerca de 300 empresas associadas, com representação abrangente em todo o território nacional. www.ampro.com.br
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Limpeza dos Mares realiza blitz educativa na Arena de Verão do Comper, em Bombinhas

O projeto Limpeza dos Mares realiza neste sábado, dia 24 de janeiro, uma Blitz Educativa na Arena de Verão Comper, localizada na Praia de Zimbros, em Bombinhas. A ação inicia a partir das 15h e tem como objetivo conscientizar moradores e turistas sobre a preservação dos oceanos e o impacto do lixo no meio ambiente marinho.
Durante a blitz, a equipe do projeto estará circulando pelo local distribuindo sacolas ecológicas e a edição mais recente da revista do Limpeza dos Mares, que traz conteúdos educativos sobre os prejuízos causados pelas bitucas de cigarro ao meio ambiente e apresenta uma linha de utensílios de cozinha produzidos a partir de plástico retirado das ações de limpeza realizadas nas praias brasileiras. Entre os itens estão colher, garfo, concha, escumadeira, espátula e pegador de macarrão.
Criado em 2014, em Florianópolis, o projeto Limpeza dos Mares atua na remoção de resíduos de praias, fundos de mar, rios e encostas, aliando ações práticas de limpeza à educação ambiental. Ao longo de mais de uma década, o projeto já realizou mais de 48 etapas de limpeza, retirando mais de 191 toneladas de resíduos do meio ambiente, com a participação de voluntários, mergulhadores e instituições parceiras.
Segundo a coordenadora do projeto, Michele Ferrári, ações educativas são fundamentais para ampliar o impacto da iniciativa. “A limpeza é essencial, mas a conscientização é o que realmente gera mudança a longo prazo. Quando mostramos, por exemplo, o quanto uma simples bituca de cigarro pode contaminar o meio ambiente, as pessoas passam a refletir sobre seus hábitos e o descarte correto dos resíduos”, afirma.
A “Arena de Verão do Comper” em Bombinhas funciona desde 27 de dezembro de 2025 e oferece atividades culturais e esportivas gratuitas para moradores e turistas da região. O espaço conta com quadras de beach tennis, futevôlei e vôlei, além de slackline, bocha, frisbee, frescobol e beach badminton. O público também pode aproveitar a Vila Gastronômica, que reúne opções de comidas e bebidas e funciona diariamente das 10h às 23h.
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Cenoteka dobra de tamanho em 2025 e reposiciona cenografia como ativo estratégico do Live Marketing

A Cenoteka encerrou 2025 com crescimento de 100% e avança no reposicionamento da cenografia dentro do ecossistema do Live Marketing brasileiro. Mais do que um salto em receita, o desempenho reflete a consolidação de um modelo de atuação que trata a cenografia como disciplina estratégica de comunicação, conectada à narrativa de marca, aos objetivos de negócio e à eficiência operacional das ativações presenciais.
Ao longo do ano, a empresa ampliou de forma consistente sua carteira de clientes, passando a atender marcas como Audi, Bold, FortBras, #porElas e a portuguesa Nova Terra, com forte atuação no segmento de varejo e shopping centers. O movimento reforça a presença da Cenoteka em projetos de alta complexidade e em diferentes frentes do Live Marketing, incluindo eventos corporativos, experiências imersivas, ativações de marca e ambientes proprietários.
Entre os principais cases de 2025 estão os projetos desenvolvidos para a PPA Globo e a Fórmula E, ambos em parceria com a agência Octagon, o evento de final de ano do Grupo HDI, realizado com a Agência Bold, e o estande da FortBras, da HiperVarejo. Em comum, os projetos evidenciam a capacidade da Cenoteka de atuar de forma integrada desde a concepção estratégica até a execução final, com soluções cenográficas pensadas como parte central da experiência e não apenas como suporte operacional.
Esse avanço ocorre em um momento de forte aquecimento do setor. De acordo com dados do Anuário Brasileiro de Live Marketing, o mercado movimenta cerca de R$ 100 bilhões no país e, segundo a AMPRO (Associação de Marketing Promocional), deve ampliar sua relevância nos orçamentos das marcas em 2026, impulsionado pelo uso mais intensivo de dados, tecnologia, formatos híbridos e experiências com impacto mensurável. Nesse contexto, a cenografia passa a assumir um papel decisivo na construção de valor, engajamento e diferenciação.
“A Cenoteka nasceu das minhas dores como dona de agência, quando percebi a falta de fornecedores capazes de unir visão estratégica e excelência na execução. Criamos uma empresa de cenografia com inteligência de agência aplicada à produção”, afirma Milene Vieira Soares, fundadora e CEO. “Hoje, atuamos quase como uma extensão do cliente, participando desde o brainstorm, passando por VTs, apoio na escolha de espaços, desenho de fluxos, até criação, 3D, arquitetura, engenharia e execução. A Cenoteka já começou 2026 acelerada, com a meta de dobrar de tamanho. Já em janeiro conquistamos mais 4 novos clientes e temos grandes reuniões estratégicas já agendadas.”
Segundo a executiva, o reposicionamento da cenografia como ativo estratégico exige processos mais maduros, visão financeira e decisões orientadas por propósito e resultado. “Nosso foco está em projetos organizados, sustentáveis especialmente do ponto de vista financeiro, e com alto padrão de qualidade. Trabalhamos com inteligência de reaproveitamento de estruturas por segmento, planejamento logístico rigoroso e controle total da operação. Com equipe e galpão próprios, acreditamos que estamos ajudando a profissionalizar e elevar o padrão do mercado cenográfico”, destaca.
Para 2026, a expectativa é de um novo ciclo de crescimento superior a 100% no mercado brasileiro, além da expansão da operação para Portugal, movimento que marca o início de uma atuação internacional mais estruturada. A estratégia inclui o fortalecimento de parcerias com agências e marcas, o desenvolvimento de projetos proprietários e a ampliação da atuação em experiências que integram espaço físico, tecnologia e narrativa de marca.
“O avanço da Cenoteka acompanha uma transformação mais ampla do mercado de eventos e experiências, no qual a cenografia deixa de ser um custo acessório e passa a ser entendida como plataforma de comunicação. Em um cenário de formatos híbridos, tecnologias imersivas e decisões baseadas em dados, empresas capazes de integrar criação, estratégia e execução tendem a ganhar protagonismo”, finaliza Milene Soares.








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