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Samsung lança primeira campanha para suas TVs Neo QLED 8K: #AEvoluçãoNãoPara

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Samsung lança primeira campanha para suas TVs Neo QLED 8K
A Samsung dá início à nova era das TVs no mundo com as recém-lançadas Neo QLED. No Brasil, a campanha tem início em junho e será veiculada em canais de televisão e na internet com dois filmes diferentes, além de outras mídias. Com o tema #AEvoluçãoNãoPara, um dos principais destaques é a revolucionária tecnologia de Mini LEDs – da qual a Samsung é pioneira, – que vai impactar diretamente no dia a dia dos usuários, mudando a experiência de assistir aos conteúdos, além de proporcionar um preto muito mais preciso e um brilho perfeito, trazendo muito mais realismo ao conteúdo assistido em uma tela extremamente fina, com 1,5cm de espessura.

O lançamento também impacta nas propostas de sustentabilidade, como o SolarCell, controle que carrega à base de luz e não usa pilhas e as Eco-Packages, embalagens que viram objetos como porta-revista, casa para gato, prateleiras, entre outros.

No primeiro filme , é ilustrado como os Mini LEDs e os pontos quânticos, tecnologia presente em toda a linha Neo QLED, mudam a imagem mais viva e a experiência revolucionária de quem está do outro lado da tela, ressignificando a ideia de como assistir TV. Além dos diferenciais do design ultrafino e praticamente sem bordas do produto, aliado a potência sonora do som em movimento.

“Temos 15 anos de liderança global e evoluímos ano a ano, até quando não se pode imaginar o que está por vir. As inovações de Neo QLED fazem sentido para atender as necessidades e desejos da nova realidade do usuário. Esses avanços vêm para superar a expectativa do consumidor, que se depara com uma nova era, a Era dos Mini LEDs, que revoluciona a forma como ele irá consumir seus conteúdos preferidos e além de se adaptar ao seu novo momento de trabalho e lazer dentro de casa.”, disse Bertha Fernandes, gerente sênior de marketing da divisão de Consumer Eletronics da Samsung Brasil.

O segundo filme, veiculado posteriormente, trata das funções de conectividade, como o recurso Multitela¹, que permite que o usuário divida a tela em até quatro partes, conecte PC, videogame e celular na maior tela da casa e que faça até videochamadas, já que o dispositivo tem compatibilidade com diversos modelos de webcam e possui o Google Duo². Essas inovações da Neo QLED vieram para superar as expectativas criadas a partir dos nossos novos momentos de vida, mais focados em nossas casas.

A parte off-line da campanha global é adaptada e veiculada pela agência Leo Burnett em todas as principais mídias como TV aberta, TV por assinatura, OOH em São Paulo e Rio de Janeiro, aeroportos e shoppings das principais capitais do Brasil. A campanha digital é adaptada pela Fbiz, veiculada pela Blinks.Os influenciadores Patife, Yanna Lavigne, Bruno Gissoni, Fred Desimpedidos, Luciano Amaral, Lucas Fresno, TecMundo, Rodrigo e Beta, Thiago Mansur, Vitor Liberado, Francesca Monfrinatti, Enzo Celulari, Bruno Van Enck, Leonardo Coloral, Luisa Acorsi, Luma Costa, Claudia Bartelle e Coisa de Nerd, gerenciados pela agência Spark, farão parte de um time especial para divulgar os benefícios das Neo QLED.

A Neo QLED é a categoria que promete revolucionar o mercado de TVs, e a mais alta definição disponível chega com as versões QN900A e QN800A, ambas 8K, e as 4K QN90A e QN85A. No lugar de um LED convencional, agora cabem 40 exclusivos Mini LEDs Samsung, que apesar de menores, são duas vezes mais potentes e garantem, além de uma tela mais fina, imagens mais brilhantes e precisão na iluminação do painel para você testemunhar a evolução do contraste nas cenas escuras. Toda essa evolução de imagem acompanha ainda 10 anos de garantia contra o efeito burn-in³. Com alto-falantes integrados, você pode experimentar um som vividamente realista que o coloca no meio da ação e melhora a experiência com games, esportes, filmes e séries. A Neo QLED também pode ser combinada com uma Soundbar⁴ Samsung, elevando ainda mais a imersão em áudio e potência sonora. Além do seu design elegante e diferenciado com modelos que podem chegar até 1,5cm de espessura, mesmo em telas gigantes.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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