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Sadia e Lek Trek mergulham no mundo NBA com novos conteúdos

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Sadia e Lek Trek mergulham no mundo NBA com novos conteúdos

Sadia apresenta os novos conteúdos da campanha oficial da parceria com a NBA (National Basketball Association). Assinada pela Africa, toda a comunicação continua reforçando o mote “Sadia – Para quem tem fome de NBA” e, desta vez, traz Lek Trek, mascote da marca, mostrando todo seu talento na arte da enterrada, movimento característico no basquete, em tecnologia 3D.

Além do filme de 30″ mostrando as habilidades de Lek Trek, também estão disponíveis vinhetas de 5’’ com a mascote jogando como um atleta profissional, além de uma série de conteúdos digitais que serão postados nas redes sociais da marca. A comunicação tem como objetivo inserir o consumidor no clima dos jogos da NBA, mostrando curiosidades sobre o basquete e sugerindo formas de acompanhar as partidas do jeito mais saboroso possível: degustando o amplo portfólio de happy meals da Sadia.

“A NBA tem um clima muito especial, porque proporciona experiências diferentes. Cada partida é uma emoção. Queremos fazer com que o consumidor se sinta dentro da quadra, vivendo dentro de casa as emoções dos jogos e saboreando em cada partida um produto Sadia”, afirma Gisela Toledo, Gerente Executiva de Sadia.”, afirma Gisela Toledo, Gerente Executiva de Sadia .

Se no primeiro filme da campanha quem ganha destaque são os torcedores, os verdadeiros fãs com fome de NBA, quem ganha os holofotes nas novas peças é o Lek Trek, a grande estrela e MVP desta temporada da NBA com a marca. “Eu gosto de basquete, mas sou fã mesmo do Lek Trek, um dos personagens mais icônicos da nossa indústria. A equipe toda se divertiu muito durante a criação e produção dessa campanha”, comenta Rynaldo Gondim, Diretor Executivo de Criação da Africa.

Conteúdo digital reforça paixão por basquete

Além dos filmes e das vinhetas, que serão exibidos durante as transmissões oficiais da ESPN e da TV Bandeirantes, a marca apostará em uma série de posts divertidos em suas redes sociais que servirão como “aquecimento” para as partidas. Os consumidores poderão encontrar conteúdos interativos com curiosidades sobre o basquete; diversas artes que reforçam a relação entre a modalidade e os produtos Sadia; e, por fim, uma série de vídeos rápidos que ensinam os consumidores a como fazer molhos e acompanhamentos incríveis para comer junto a snacks como nuggets, chicken wings e muitos outros. Os conteúdos digitais valorizam o appetite appeal e mostram sugestões de “comidinhas” ideais para acompanhar o jogo. 

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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