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Sadia convida consumidores para uma experiência sensorial única neste Natal por meio da linha premium Speciale

Neste Natal a Sadia, marca de alimentos mais valiosa do Brasil e Top of Mind em 2020, apresenta dicas para preparar e harmonizar uma tábua de frios com produtos da linha premium Sadia Speciale, são eles: Salame di Milano, Presunto Parma e Presunto San Daniele. As novidades fazem parte da linha de frios importados da Itália em parceria com a CITTERIO, e chegam para complementar o portfólio de Speciale juntamente com o Presunto Royale, Salame com borda de pimenta, Copa e Presunto Cru Speciale.
A dica de Sadia Speciale para montar uma tábua de frios perfeita é investir em produtos que proporcionam uma experiência diferenciada para o paladar e que aguçam os cinco sentidos: paladar, olfato, visão, audição e tato. Para facilitar, recomenda-se iniciar a montagem com a organização dos ingredientes por área: ¼ para os frios, ¼ para geleias, ¼ para pães e secos e ¼ para os queijos. Também é importante apostar nas diferentes cores e na forma dos alimentos para deixar a apresentação mais atrativa. Uma sugestão para tornar a tábua ainda mais atraente e diferenciada é utilizar os novos itens importados em parceria com a marca italiana CITTERIO da linha Sadia Speciale.
Feito isso, é o momento de concentrar-se nos alimentos que podem transformar a tábua de frios em um ritual culinário inesquecível. Frutas secas como damasco, tâmaras e uvas-passas são uma ótima opção. Isso porque esses alimentos vão muito bem com frios especiais. As oleaginosas como pistache salgado com casca, castanhas-do-pará ou de caju, também enriquecem a apresentação, que ganha ainda mais graça com morangos, limão siciliano, carambola e o clássico melão que compõe perfeitamente com o presunto cru. Para acompanhamento, vale selecionar potinhos com patês, mel, cremes e geleias cítricas ou com pimenta que, apesar de parecerem polarizantes, fazem todo o sentido para o paladar.
Uma opção de bebida que vai bem com esta tábua é o vinho branco. Este tipo de bebida, ressalta as características como a gordura natural e o sabor dos frios. Cervejas belgas e queijos não tão fortes como emmental, eden, reino, gruyére e de cabra também harmonizam bem com os frios Sadia Speciale, que pedem um incremento com pães italianos de casca grossa e fermentação natural, com gergelim, linhaça e sete grãos.
Não deixe de distribuir as opções para fazer sentido. Por exemplo, embutidos ficam próximos aos queijos, torradas perto de pastas e patês. Vale dispor de uma faca para cada ingrediente e frio especial para não misturar os sabores e, planeje as porções por pessoa. No geral, são 100 gramas de pães e torradas para cada um e algo entre 150 e 200 gramas de frios por pessoa.
Aproveite e acenda uma vela perfumada, depois aposte em um som ambiente com a playlist da Sadia, disponível no Spotify. Basta procurar por “Momento Speciale”. Feito isso, é só reunir pessoas especiais e saborear o Natal com produtos da mais alta qualidade e sabor.
Os lançamentos da linha de frios importados em parceria com a CITTERIO fazem parte da nova campanha da marca “Todo momento pode ser Speciale”, que conta com uma campanha com participação do Maestro João Carlos Martins.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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