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Ryzí entra no universo geek em collab com a Turma da Mônica

A Ryzí, marca brasileira conhecida por seu design atemporal, com assinatura da diretora criativa Luiza Mallmann, mergulha no universo dos personagens de quadrinhos nacionais e lança collab inédita e superexclusiva com a Mauricio de Sousa Produções. A coleção da Turma da Mônica nasce ao unir uma característica forte de ambas as marcas, que é a valorização dos trabalhos feitos à mão, apesar de um cenário mundialmente tecnológico.
Trazendo seu DNA geométrico nas bolsas e acessórios, combinados com traços dos personagens criados pelo desenhista Mauricio de Sousa, a coleção apresenta dois modelos de bolsas feitos um a um manualmente: a Leia Micro, nas cores preto e branca, com patches dos olhinhos característicos dos personagens da Turma da Mônica e um novo modelo, com o formato do Bidu, reproduzindo todas as características do cachorro azul, sob a perspectiva do design de Mallmann. Além disso, também foram desenvolvidas duas opções de alças avulsas com olhinhos – uma na cor preta e outra em vermelho -, que podem ser usadas em qualquer modelo de bolsa da Ryzí e também, uma carteira no formato dos dentes da Mônica.
“Essa collab é sem dúvidas a realização de um sonho. A Turma da Mônica foi muito presente em meu processo de crescimento e poder unir duas marcas brasileiras, que valorizam o trabalho manual e o processo criativo, ressignificando memórias, é um desafio, mas, que gerou um resultado incrível, trazendo as características marcantes de ambas na confecção dos produtos”, comenta Mallmann.
“Para nós, é sempre uma honra poder contar com a criatividade e talento de artistas nacionais. Essa é uma oportunidade única de unir o encanto atemporal de nossos personagens com uma marca que valoriza o design e a cultura brasileiros. Amamos a nova coleção, que vai agradar tanto os fãs de longa data quanto os entusiastas de moda” afirma Mônica Sousa, diretora-executiva da Mauricio de Sousa Produções.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







