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Rock in Rio 2022: Festival inicia contagem regressiva para a abertura das vendas de ingressos

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Antecipando tendência dentro e fora da Cidade do Rock, o Rock in Rio mais uma vez mostra que está atento às necessidades do mercado e coloca a tecnologia como uma facilitadora para os amantes do festival. Já pensou em poder testar seus conhecimentos sobre o evento, descobrir curiosidades e ainda obter informações sobre a próxima edição começando apenas com uma frase? Agora você pode!

Com a data para a abertura das vendas de ingressos se aproximando (5 de abril), o maior festival de música e entretenimento do mundo anuncia a Roxy, a skill do festival criada especialmente para os fãs da Cidade do Rock na Alexa e desenvolvida em uma parceria do Rock in Rio com a Johnny Days, um estúdio de áudio e inovação focado em interfaces conversacionais e que conta com desenvolvimento da Iara Digital. E o melhor de tudo é que a Alexa pode ser acessada nos dispositivos Echo e nos smartphones, e seu aplicativo pode ser baixado gratuitamente na App Store para dispositivos iOS e Google Play Store, para aqueles com Android. Dessa forma, os fãs também têm a informação na palma da mão.

A skill funciona como um aplicativo de voz e, para não deixar dúvidas de como ela se comporta quando o assunto é Rock in Rio, experimente dizer: “Alexa, abrir Rock in Rio” e ela já começa a interagir com o cliente. Ao pedir por curiosidades, você pode descobrir como foi contratar uma banda internacional para tocar na edição de 1985, saber quais foram os desafios, exigências dos artistas, números, e até mesmo momentos icônicos do festival, além de muitas, muitas outras curiosidades destes 37 anos de Rock in Rio.

Os fãs também poderão pedir para participar de um quiz exclusivo para testar seus conhecimentos sobre o Rock in Rio e saber se de fato é um “Rock Expert”. Também perguntando para a Alexa, o público terá disponível um canal de consulta e apoio, em que poderá tirar todas as dúvidas e ficar por dentro de todas as novidades sobre a edição de 2022 para curtir o evento sem nenhuma preocupação. Pergunte para a Alexa “Quem vai tocar no Palco Mundo do Rock in Rio no dia 11 de setembro? “Quando será a venda de ingressos?”, e muito mais.

“Este novo projeto vai ao encontro de uma tendência de comportamento de consumo tecnológico que o público espera das marcas. Sempre atentos ao mercado e na vanguarda da tecnologia, o Rock in Rio vai entregar uma iniciativa inovadora conectada às necessidades do nosso público. Hoje, os assistentes de voz estão em voga para a busca por informação e, até mesmo, brincadeiras. Para se ter uma ideia, segundo uma pesquisa da Ilumeo, o mercado brasileiro registrou crescimento de 47% do uso de serviços ou produtos com assistentes virtuais por voz e, ainda, de acordo com consultoria alemã Statista, existe potencial para crescer 23% até 2025. A Roxy oferecerá aos fãs a oportunidade para saberem ainda mais sobre o festival de uma forma leve e descontraída e se tornará mais um canal de consulta e apoio às dúvidas dos fãs. Sem dúvida será um ponto de experiência e interação com o maior e melhor Rock in Rio de todos os tempos.”, afirma Luis Justo, CEO do Rock in Rio, que complementa “No ano que é marcado pelo reencontro, pela necessidade de estarmos juntos novamente, trazemos a possibilidade de todos se emocionarem e relembrarem como foram as edições anteriores do festival, desde 1985 até os dias de hoje. A proposta tem sinergia com essa ideia de relembrar momentos para criar e recriar as experiências dentro e, porque não, fora da Cidade do Rock. Temos a certeza de que todos vão adorar conhecer todas as curiosidades de uma longa história de 37 anos de Rock in Rio”.

Venda oficial de ingressos 

Os fãs da Cidade do Rock aguardam o próximo dia 5 de abril para o início da abertura da venda oficial de ingressos para o festival no site rockinrio.ingresso.com. A data do reencontro do público com o evento está marcada para 2 de setembro de 2022, quando acontece o primeiro dia de Rock in Rio. Para 2022, a organização já anunciou os headliners do festival: IRON MAIDEN, Post Malone, Justin Bieber, Guns n’ Roses, Green Day, Coldplay e Dua Lipa.
Para quem quer comprar, é preciso se planejar. No ano passado, a venda dos 200 mil Rock in Rio Cards foi esgotada em tempo recorde. Ainda de acordo com a organização do Rock in Rio, o volume de acessos simultâneos ultrapassou a casa de 800 mil usuários únicos para a compra do Rock in Rio Card. Isso significa que se o festival tivesse aberto a venda oficial de ingressos naquele dia, teria público para encher duas edições inteiras do Rock in Rio, considerando que a média de compra por pessoa é de dois bilhetes. Aliás, o fã que adquiriu o Card pode definir só até amanhã, dia 1o de abril de 2022, a data que pretende usá-lo, depois disso ele perde a garantia de disponibilidade de datas para escolher.

Pela sexta edição consecutiva, a Ingresso.com será o parceiro de vendas oficial do festival. Para a edição do Rock in Rio Brasil 2022, o valor da entrada será R$ 625,00 (inteira) e R$ 312,50 (meia-entrada). O pagamento poderá ser feito por cartão de crédito e o valor parcelado em até 6x sem juros. Aqueles que efetuarem o pagamento com cartão de crédito Itaú, Itaucard, Credicard e Iti poderão comprar seus ingressos de gramado e ainda aproveitar 15% de desconto na inteira e o parcelamento em até 8x sem juros. A compra de meia-entrada é garantida por lei para estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, pessoas com deficiência e seu acompanhante, profissionais e professores da rede de ensino do Rio de Janeiro e jovens de baixa renda. Os clientes que adquirirem a meia-entrada terão que informar no próprio site todas as informações referentes ao documento que comprove tal condição, para posterior validação, assim como será necessário apresentá-lo no acesso à Cidade do Rock, no dia do evento.

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Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

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A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.

Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.

O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.

Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.

Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”

Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.

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Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

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A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.

Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.

Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.

No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.

O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.

Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.

Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.

O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.

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