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RNI começa 2022 apoiando os brasileiros a terem o primeiro CEP próprio

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A construtora e incorporadora RNI, do grupo de Empresas Rodobens,realiza a campanha Ano Novo, Casa Nova. Com o objetivo de proporcionar boas oportunidades de compras neste início de ano, a ação visa disponibilizar facilidades que favoreçam o acesso à casa própria para milhares de famílias brasileiras, proporcionando descontos de até 30% e ITBI + registro grátis (em imóveis selecionados), além de dispor de subsídios do programa Casa Verde Amarela.

“A campanha Ano Novo, Casa Nova RNI é a oportunidade para as famílias saírem do aluguel e conquistarem o sonho da casa própria. Acreditamos na transformação da vida das pessoas por meio da moradia e, por isso, oferecemos facilidades que possam deixar o sonho ainda mais real, proporcionando lazer e comodidade que os clientes RNI merecem, além de possibilitar o ingresso de novos investidores que pensam em investir no segundo ou terceiro imóvel e, com essa finalidade, gerar uma nova receita”, comenta Carlos Bianconi, CEO da RNI.

Segundo estudo divulgado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), as pessoas que investiram em imóveis no Brasil entre 2010 e 2019 tiveram rendimento anual médio de 15,3% ao ano, considerando tanto o ganho com valorização quanto a receita proveniente de aluguel. Esse retorno é 56% superior ao CDI médio do período. Ainda segundo a entidade, no primeiro semestre de 2021 houve um crescimento de 10,6% na procura de imóveis no pais, quando comparado ao mesmo período de 2020, se tornando a temporada de mais vendas para o setor imobiliário desde o ano de 2014.

Localizados em diversas capitais e cidades brasileiras, como São Paulo (SP), Palhoça, SC, Pacatuba, CE, Goiânia, GO, Pelotas, RS, Cuiabá, MT entre outras; os imóveis da incorporadora contam com amplas áreas de lazer e facilidades que priorizam o bem-estar dos clientes da incorporadora, além de contarem com diversos itens de entretenimento, como academias, playgrounds, piscinas, quadras esportivas, quiosques com churrasqueiras, salões de festas, entre outros serviços.

Dentre os benefícios e vantagens, durante a campanha Ano Novo, Casa Nova, os clientes poderão obter também descontos imperdíveis, além de poderem contar com os benefícios concedidos pelo programa habitacional Casa Verde e Amarela.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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