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Risqué apresenta primeira esmalteria do Metaverso

O Metaverso, um conceito que mescla realidade aumentada e ambientes virtuais, pode ser entendido como uma vivência em um espaço virtual, mas com influências da vida real, como uma porta que conecta novos mundos. Pensando em explorar cada vez mais novas tecnologias e proporcionar experiências únicas com as cores da nova coleção Risqué Nosso Metaverso, Risqué – marca do mercado de esmaltes pertencente ao Grupo Coty no Brasil – apresenta a primeira esmalteria do Metaverso.
Localizada no servidor Inverso RP, um jogo online com realidade virtual, a esmalteria reserva diversas surpresas e interações para os jogadores. No espaço, eles podem provar novas skins e garantir poderes inéditos para usarem no jogo ao pintarem as unhas.
O evento contará ainda com a presença de uma manicure real trabalhando no espaço virtual. A influenciadora de unhas artísticas Roberta Munis (@robertamunis), manicure de grandes celebridades, como Anitta, Pabllo Vittar, Marina Ruy Barbosa, Maísa, Bruna Marquezine, entre outras, foi convidada pela marca para representar esta categoria de profissionais tão importantes para Risqué.
“Para nós, é gratificante incentivar a liberdade de expressão por meio das cores em qualquer espaço, seja no mundo real ou no virtual. Como líder no nosso segmento, é um dos nossos compromissos levar em primeira mão novas experiências para nossos consumidores. Por isso, trabalhamos para a inauguração desse espaço interativo, que integra a vida real e a virtual. E, claro, não podíamos deixar de levar conosco uma manicure para representar essas profissionais tão importantes para Risqué, a fim de, mais uma vez, entregar o melhor para nosso público, em qualquer universo”, comemora Regiane Bueno, VP de marketing do Grupo Coty.
“Nessa campanha, além de apresentar a nova linha de esmaltes, buscamos explorar novas tendências e conectar a marca com o público através delas. Criamos a primeira esmalteria do metaverso e com ela a possibilidade de qualquer pessoa poder se expressar através das cores, seja no mundo real ou virtual”, comenta Bruno Érnica, diretor de criação da Ampfy.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







