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Rider completa 35 anos e reforça compromisso com a sustentabilidade para recriar o futuro

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Em 2021 a Rider, marca de calçados da Grendene conhecida pelos seus chinelos, slides e papetes, completa 35 anos. Com a consciência de que ao longo desse tempo o mundo mudou muito, de forma literal e subjetiva, a empresa lança a campanha ‘Recriar futuros, juntos’ para celebrar a data. A coleção de calçados reforça o compromisso da marca com a sustentabilidade através do programa Rider R4. “Estamos presentes na vida de diferentes gerações e utilizamos a nossa essência de se reinventar como mote dessa nova fase. Nossos valores foram mudando enquanto sociedade e soubemos ao longo dos anos também nos recriar. Vivemos um momento decisivo em relação aos assuntos ambientais, por isso, focamos em uma jornada pela sustentabilidade, através de ações no presente que impactem o amanhã de forma positiva”, ressalta Pedro Lessa, Gerente Divisional Rider.

A campanha celebra o reconhecimento de potências, fortalece movimentos e expressões, incentiva a pluralidade. Por isso, nomes de diferentes lifestyles, gerações e territórios se juntaram para mostrar a transversalidade de Rider. A marca convidou os artistas Martinho da Vila, Rapadura e Kaê em um clima de ‘newstalgia’ para juntos celebrarem o passado e mostrarem formas de recriar o futuro transformando realidades diversas. No filme, os três se deparam com memórias lúdicas, revividas com objetos pessoais. Eles se divertem contando suas histórias em seus próprios territórios. Quando se encontram, recriam as conexões já vistas. “Não é sobre algo idealizado, intangível, mas exercitar a nossa inquietude na direção de novas possibilidades. Estamos aprendendo, evoluindo e nos reinventando. Não temos todas as respostas, mas sabemos o caminho que queremos trilhar”, completa Alexandre Reis, Gerente de Marca e Comunicação Rider.

Presente em todos os canais da marca, Rider recriou seus modelos ícones com o menor impacto ambiental e produção ecoeficiente: chinelo, slide e papete. A coleção foi pensada para ser acessível e estar presente em todos os canais de venda. Parte dos calçados é produzido de PVC (plástico) de uso contínuo que tem longa duração, sendo 100% reciclável, vegano e inclui 30% de material reciclado.

O Programa Rider R4 está alicerçado em quatro pilares: Econômico para viabilizar o acesso a produtos sustentáveis; Ambiental em busca da evolução constante nas operações ecoeficientes e produtos de menor impacto ambiental; Social com a valorização e respeito às pessoas e à cultura para incentivar a diversidade cultural através da colaboração e criatividade.
A Grendene, que possui 4 unidades industriais e 11 fábricas, tem a capacidade para produzir 250 milhões de pares por ano. Priorizar um menor impacto, valorizando pessoas e desenvolvendo processos, faz parte da cultura da empresa. “Há mais de uma década a Grendene iniciou sua Jornada pela Sustentabilidade com a criação de uma estrutura dedicada para o desenvolvimento de iniciativas sobre o assunto. Em evolução constante, foi somando reconhecimentos, como o selo da Vegan Society, atestando que todos os calçados são veganos, e o selo ouro da Abvtex, que comprova a ética nos negócios”, explica Carlos André Carvalho, gerente de Desenvolvimento Sustentável da Grendene.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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