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Ricardo Marques assume como Chief Transformation Officer na GDB-ROIX

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A GDB-ROIx, empresa de tecnologia que oferece soluções de coleta, gestão e ativação de dados e mídia, anuncia que Ricardo Marques assume a função de CTO (Chief Transformation Officer). Um dos fundadores da empresa, o executivo atuava, até então, como CMO e CRO. A mudança é parte de uma reestruturação para atender a crescente demanda internacional de tecnologias que suportem a privacidade das empresas.


“Passo a ser responsável não só por cultivar internamente o desejo pelo novo e promover a cultura de mudança, como também por gerar negócios da GDB-ROIx, com forte potencial de escala. A nova função vai me permitir fazer exatamente o que amo, além de conhecer e investir no ser humano ao redor do mundo. No mercado de Agências e Anunciantes, queremos transformar os negócios através da Segurança de Dados e Inteligência Artificial, com foco em reduzir radicalmente o tradicional CAC (custo por aquisição de clientes)”, completa Marques.

Em 2020, apesar das dificuldades enfrentadas por todos os mercados por conta da pandemia, o tema da privacidade ganhou ainda mais relevância e a GDB-ROIx continuou investindo e crescendo. A empresa aposta tanto em sua operação local, quanto na atuação internacional, com destaque para Europa, Estados Unidos e Cingapura.


Como empreendedor, Marques tem um forte histórico em inovação. Foi cofundador da Elemídia, uma das maiores mídias digitais out-of-home da América Latina, vendida, em 2012, para um grande grupo de mídia. Na sequência, iniciou sua própria Venture Capital, a Marolico Capital Inc. Desde então, tem investido em startups de tecnologia, Inteligência Artificial, Dados, Healthtech e Edutech. Além disso, em 2012, junto com Fátima Pissarra, o executivo foi o responsável pela fundação da Music2 com a chegada da VEVO ao Brasil. Fundou também a Spark, em parceria com a própria Fátima Pissarra, Ronaldo Nazário e Marcus Buaiz. Atualmente, além da GDB-ROIx, o executivo é fundador e investidor anjo de outras duas start-ups, a Outcon Solutions empresa global que faz programática de mídia out of home – e a plataforma de influenciadores Humanz no Brasil.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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