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Riachuelo inova na celebração de Dia dos Namorados

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Para o Dia dos Namorados atípico que 2020 está trazendo por conta da pandemia do novo coronavírus, a Riachuelo adapta suas ações para a data e transforma a comemoração em entretenimento online, buscando oferecer um momento de distração e amor para quem está isolado em casa com ou sem um companheiro.

Nesta quarta-feira (10), às 20h, o cantor Gusttavo Lima irá tomar conta do perfil da varejista para a transmissão de uma live exclusiva nas redes com seus principais sucessos. Seguindo a estratégia que a Riachuelo vem fazendo de investimento em lives musicais, que se tornaram febre durante o período de quarentena, a marca também patrocina performances do cantor Di Ferrero no dia 11, Silva no dia 12 e Paulo Ricardo no dia 13, nos seus respectivos canais.

O músico Di Ferrero também estrela a campanha da data junto com sua esposa Isabeli Fontana, com o tema Viva o Amor. Seguindo o mesmo protocolo da execução da campanha de Dia das Mães, estrelada por Carol Trentini e fotografada por seu marido Fábio Bartelt no lar da família, Di e Isabeli fizeram as fotos e conteúdo 100% em casa. “Nosso objetivo, além de manter a proteção de todos ao não mobilizar uma equipe para fotografar a campanha, é mostrar que a nossa casa tem tudo para ser um ótimo cenário, pois mostra nossa personalidade, gostos e é onde nos sentimos mais confortáveis, principalmente para expressarmos o carinho e amor pelo outro”, conta Marcella Kanner, Head de Comunicação Corporativa e Marca da Riachuelo.

Também participam da ação a cantora Preta Gil e o marido Rodrigo Godoy, o cantor Gusttavo Lima e a esposa Andressa Suita e a cantora Simone – da dupla com Simaria – com o marido Kaka e a atriz Sheron Menezzes e o marido Saulo Bernard.

Ainda para a data, a marca convidou a influenciadora Letticia Muniz para lembrar que o Amor Próprio é o amor mais importante da nossa vida.


Ação Interna
A varejista também inovou ao promover uma espécie de reality show online com casais compostos por colaboradores da empresa como uma ação interna. Por meio de publicações no Workplace by Facebook, rede social corporativa da empresa, para os mais de 40 mil funcionários, os casais terão de cumprir um desafio relacionados ao universo Riachuelo.

Para ganhar o prêmio em vale-compras, o casal vencedor será escolhido em uma votação pelos colegas no próprio Workplace. “Neste momento de home office, acabamos perdendo o contato do dia a dia com os nossos companheiros de trabalho, e essa foi a forma que encontramos de promover uma interação divertida entre os colaboradores, mesmo diante desse cenário de pandemia. As reações estão sendo ótimas e o resultado bastante positivo. Os RCHLOVERS se conectam, criando uma grande corrente de apoio e empatia”, comenta Mauro Mariz, Diretor Executivo de Gente, Gestão e Sustentabilidade da Riachuelo.

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Estudo da Go Magenta revela que brasilidade domina o streaming em esportes e realities, mas perde espaço na ficção

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O Brasil é reconhecido globalmente como um celeiro de talentos nas mais diversas modalidades esportivas, do automobilismo ao tênis, passando por natação, basquete e beisebol. No entanto, é o futebol que atua como o verdadeiro catalisador da paixão nacional nas telas. A constatação faz parte de um estudo contínuo conduzido pela consultoria de pesquisas e insights Go Magenta, que monitora os hábitos de consumo de conteúdo no ecossistema de streaming. Ao analisar as preferências do público em diferentes gêneros audiovisuais com um questionamento direto sobre a predileção entre produções nacionais e internacionais, o levantamento apontou que 64% dos brasileiros preferem conteúdos esportivos locais, contra 36% que optam pelas exibições estrangeiras.

O forte apelo ganha ainda mais relevância no contexto  da Copa do Mundo de 2026, período em que marcas de live marketing e plataformas de mídia aceleram ativações voltadas a amplificar o senso de brasilidade e a identidade coletiva. Fora das arenas, as produções caseiras também demonstram força em gêneros que espelham o cotidiano e os costumes do público, como os realities (55% de preferência) e os documentários (45%), além de programas voltados ao formato de lifestyle.

Apesar do orgulho nacional manifestado no esporte e no confinamento, o comportamento do espectador brasileiro muda drasticamente quando o assunto é o entretenimento de ficção. Categorias como comédia, true crime, romance e drama registram maior consumo de obras estrangeiras. O cenário é ainda mais desafiador para a ficção científica, o horror e o suspense, que somados detêm apenas 12% da preferência por produções locais — o que significa que 88% dos consumidores preferem as obras de fora.

De acordo com a análise da Go Magenta, os dados apontam para uma necessidade de chancela internacional para que o produto ficcional brasileiro ganhe relevância em seu próprio território. O sentimento do mercado é sintetizado pela percepção de que, se uma obra nacional virou assunto e recebeu elogios no exterior, ela passa a ser valorizada internamente. Embora o movimento brasilcore tenha conquistado espaço na moda, nas trilhas musicais e na estética das redes sociais, a barreira do colonialismo cultural ainda dita as regras nas telas de cinema e streaming.

Este dilema de consumo não é uma exclusividade do Brasil. O mapeamento da Go Magenta identificou que vizinhos como Argentina, Chile, Colômbia e México replicam exatamente o mesmo padrão de comportamento, reservando o entusiasmo local para os gramados e para os dramas humanos da TV aberta, enquanto cedem os mercados de aventura e drama para os grandes estúdios internacionais.

O contraste fica evidente ao analisar mercados consolidados como os da Austrália e do Canadá. Mesmo sem o peso de exportação massiva de Hollywood, ambos os países registram um consumo de produções locais maduro e equilibrado. No cenário canadense, o consumo de conteúdo nacional quase empata com o estrangeiro em praticamente todos os gêneros avaliados, refletindo uma relação sólida da população com sua própria indústria cultural.

A impermeabilidade do público brasileiro, contudo, encontra suas exceções quando amparada por grandes motores de distribuição digital. Um exemplo mapeado pelo social listening da consultoria foi o sucesso de Emergência Radioativa, série documental da Netflix sobre o acidente radiológico de Goiânia. A produção viralizou ao resgatar um fato histórico nacional que era desconhecido por grande parte do público, mas o engajamento massivo e a credibilidade inicial ainda dependeram do selo de uma plataforma global.

Enquanto programas consolidados como o Big Brother Brasil mantêm sua liderança em repercussão no formato de reality, séries internacionais como The Boys e Bridgerton continuam dominando os principais fandoms e as conversas digitais. O estudo conclui que, embora o brasileiro vibre com a seleção e levante a bandeira nacional, a preferência por roteiros de ficção complexos ainda tem sotaque estrangeiro, mantendo o mercado audiovisual do país dependente da validação externa para consolidar suas produções de gênero.

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Betnacional escala Vini Jr. e Galvão Bueno em campanha contextual após vitória da seleção no torneio global

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Como parte de sua plataforma de comunicação integrada “Bota Essa Paixão Pra Jogo”, a Betnacional lançou uma nova peça publicitária de forte impacto contextual estrelada por seu embaixador, o atacante Vini Jr. O filme publicitário estreou nos canais digitais e na grade televisiva na madrugada desta quinta-feira, 25 de junho, imediatamente após o apito final que consolidou a vitória da Seleção Brasileira sobre a Escócia. A estratégia de real-time marketing busca capturar a euforia do torcedor no ápice do engajamento para direcionar a atenção para a próxima fase da competição.

O roteiro do novo filme bebe na fonte da cultura pop mundial, inspirando-se na célebre frase “Houston, temos um problema”, imortalizada na história aeroespacial após o incidente com a missão Apollo 13 em 1970. A escolha do mote serve como um trocadilho geográfico e tático para o próximo compromisso oficial do Brasil, agendado para a segunda-feira, dia 29 de junho, na cidade de Austin, localizada no estado americano do Texas.

Na produção, Vini Jr. lidera uma provocação sadia e bem-humorada voltada ao próximo oponente da seleção em campo. De acordo com a narrativa da campanha, o verdadeiro “problema” do adversário texano será encontrar uma fórmula tática eficiente para neutralizar um time brasileiro que avança embalado para a fase de 16 avos de final do campeonato.

Para elevar a carga dramática e a identificação do público com o ambiente futebolístico, a Betnacional escalou o narrador Galvão Bueno para fazer a locução oficial do comercial. A voz mais tradicional do esporte brasileiro confere um tom de solenidade e grande expectativa à produção, aproximando a marca de apostas esportivas dos rituais tradicionais de torcida do país.

O novo lançamento consolida a eficiência da agência parceira da marca em produzir conteúdos ágeis e modulares, cuja veiculação depende estritamente do desenrolar dos resultados da equipe em campo. O filme sucede o comercial “Chocolate”, que havia sido amplamente divulgado logo após o triunfo elástico do Brasil sobre o Haiti na rodada anterior.

Ao amarrar cada desdobramento de mídia aos fatos factuais vividos pelos jogadores no torneio, a Betnacional não apenas amplia sua visibilidade de mercado, mas se posiciona de forma orgânica na crônica esportiva diária. A plataforma consolida o uso do patrocínio esportivo e das ativações com grandes influenciadores como ferramentas fundamentais para construir relevância e garantir a liderança de conversão em um setor altamente competitivo.

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