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REF+ cria para Porto Seguro Bank o primeiro cartão feito com partes de carros de Fórmula 1

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Explorando a paixão dos brasileiros por corridas, a Porto Seguro Bank, vertical de serviços financeiros da  Porto criada em 2022, lança o primeiro cartão de crédito feito com partes de carros de Fórmula 1, a novidade também conta com o marco de ser a primeira linha temática em 15 anos de cartão de crédito da empresa. A edição especial e limitada do cartão e a campanha de lançamento foram desenvolvidas pela REF+, uma das cinco maiores agências independentes e integradas do Brasil.

Com o objetivo de lançar a vertical financeira Porto Seguro Bank, o projeto, idealizado pelo núcleo de inovação da REF+, uniu o asset de patrocínio da Porto Seguro Bank ao Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 de 2022, o desafio de criar algo realmente diferenciado e o cartão de crédito – hero do portfólio de produtos Porto Seguro Bank. Ricardo Calfat, Chief Operation Officer da REF+, comenta: “Queríamos fazer algo único, nunca feito antes. Ao unir todos esses pontos, surgiu a ideia de criar o primeiro cartão de crédito feito com partes de carros de Fórmula 1. Parecia impossível num primeiro momento, mas todas as grandes ideias sempre precedem essa sensação. Sabíamos que estávamos no caminho certo. Então, após muitos estudos, conseguimos tirar a ideia do papel”.

O projeto passou por um extenso processo de desenvolvimento, desde a ideação e viabilização do projeto, a busca pelas peças de Fórmula 1 certificadas e autenticadas e todo processo de criação e execução da comunicação. O filme da campanha explora as sensações e a atmosfera única do automobilismo, atrelado ao trabalho minucioso que foi feito para a produção dos cartões. A veiculação conta com os principais meios de comunicação como TV aberta e fechada, OOH, ampla cobertura em digital e a participação de influenciadores, como Rubinho Barrichello e Caio Castro

Para Weverton Guedes, Diretor de Growth & Innovation da REF+, o papel do núcleo de inovação foi essencial em todas as etapas de construção e execução da ação. “Fomos pessoalmente à Inglaterra buscar as partes dos carros de Fórmula 1 que foram utilizados em cada cartão. Mais do que garantir o alinhamento entre campanha e patrocínio, o projeto mostra como uma agência em sinergia com os objetivos de negócio do cliente é capaz de atuar na ideação de um produto, com certeza fomos muito além da comunicação”, explica Weverton.

Luiz Arruda, VP de Marketing, Clientes e Dados da Porto, destaca a longa história de inovação da marca e como a ação reitera esse compromisso. “Quando vimos a ideia pela primeira vez sabíamos que era isso que precisávamos fazer. Colocamos todos os nossos esforços para criar uma realidade fantástica em torno do cartão de crédito e permitir que nossos clientes levem um pedaço autêntico de um carro de Fórmula 1 no bolso”, comenta Arruda.

Além de serem feitos com partes de carros de Fórmula 1, os cartões contam com os benefícios exclusivos da Porto Seguro Bank, como a tag de estacionamento sem mensalidade, desconto para abastecimentos pelo app Shell Box, venda de ingressos para a arquibancada exclusiva do GP São Paulo 2022 e pré-venda para as edições de 2023 e 2024, além de preços especiais e pré-venda de ingressos para diversos shows e espetáculos.

Ficha técnica

Anunciante: Porto Seguro Bank

Produto: Cartões de Crédito Fórmula 1

Título: O cartão feito com partes da F1.

Agência: REF+

CCO: Renato Pereira

DC: Paulo Zamora e Jhon Mendez

Criação:  Felipe Ajala e Brayhan Oviedo

Tráfego: Hulo Leles

Revisão: Heloisa Brandão

COO: Ricardo Calfat

Diretora de Contas: Giovana Foschini

Supervisora de Contas: Carla Kayatt

Executiva de Contas: Bruna Gomes

CBO: Fernando Calfat

Diretor de Growth & Innovation: Weverton Guedes

Diretora de Mídia: Fernanda Gallo

Gerente de Mídia: Lívia Soares e Renata Magalhães
Coordenadora de Mídia: Larissa Nascimento

Head de Data & Performance: Guilherme Lima

Coordenador de Data & Performance: Bruno Doretto

Diretora de Planejamento: Letícia Massa

RTV: Gabriela Garotti e Larissa Ricucci

Produtora: Rebolucion

Direção de Cena: Cassu

Finalização/3D: Clan VFX

Produtora de Áudio: Satélite Áudio

Aprovação no cliente: Marcos Loução, Luiz Arruda e Camila Barone

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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