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Rede de conveniência AmPm completa 33 anos e expande portfólio com marcas próprias e parcerias

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A AmPm completou 33 anos em setembro e, em comemoração ao seu aniversário, a rede de lojas de conveniência dos postos Ipiranga reforça sua estratégia de diferenciação com a ampliação de seu portfólio de produtos e parcerias estratégicas com marcas renomadas.

Desde 2023, a companhia renovou sua proposta de valor e entregar uma experiência diferenciada para o consumidor e franqueados. Isso incluiu a oferta exclusiva de produtos Pizza Hut, Oakberry, Mr. Cheney e Nathan’s, entre outras marcas. “A rede AmPm também cumpre um papel importante na evolução da Ipiranga e seu conceito de posto completo e mercado de proximidade, que acompanha o dia a dia do consumidor em toda sua jornada de mobilidade. Além disso, com quatro centros de distribuição e cerca de 1.500 unidades espalhadas pelo país, a AmPm tem a musculatura necessária para viabilizar as inovações propostas com a qualidade tradicional da companhia”, explica Renato Stefanoni, presidente da AmPm.

Entre as dez maiores franquias do Brasil em 2023, segundo ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF), a AmPm aposta também no saudosismo de seus consumidores, com a volta dos clássicos burgers, sucesso na rede nos anos 90, que chegam agora com uma nova marca exclusiva: 93 Burger. São duas opções de sabores (American Burger e Classic Cheddar), que podem ser adquiridos individualmente ou em combos com as famosas batatas-fritas McCain.

Hoje a AmPm não é apenas a maior rede de lojas de conveniência do país, mas também a maior rede de padarias do Brasil, com mais de 800 lojas. E como verdadeira rede de padarias, não poderia faltar o clássico nacional, o tradicional pão na chapa, que a empresa está lançando em co-branding com a manteiga Aviação. A nova versão de pão na chapa é produzida com pão artesanal e receita exclusiva do chef Rogério Shimura. Para o franqueado, o produto se destaca pela simplicidade operacional, já que a loja precisa apenas aquecer o produto, e para o cliente, a experiência do pão na chapa perfeito para qualquer hora do dia. A novidade chega na rede durante o mês de outubro.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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