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Reamp se adequa e contrata novos colaboradores de forma remota

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Em virtude da pandemia do novo Coronavírus, processo seletivo e imersão dos novos contratados foi 100% online

Empresa pioneira no mercado brasileiro de marketing programático, a Reamp contratou e integrou 14 novos colaboradores de forma 100% online. Em virtude da rápida disseminação do novo Coronavírus, e antecipando-se ao decreto oficial do governo de São Paulo, que começou a valer no dia 24 de março e que determinou quarentena de 15 dias em todo o estado, a empresa, situada no coração da capital, em plena Avenida Paulista, resolveu dar as boas vindas aos recém-contratados de forma remota. Os novatos estão trabalhando de suas casas, no modelo “home office”, longe da sede da empresa e dos demais colaboradores, que também já estavam socialmente isolados, em suas residências, desde o último dia 16 de março.

Na unidade de Mídia e Audiência, os novos colaboradores são: Amanda Garcia (ex-Agência LVL), Brenda Lima (ex-Maria do Brasil), Fabiola Casarolli (ex-Positivo Informática), Hevandro Maggi (ex-Vitrio) e Mariana Nicolosi (ex-VMLY&R). Para a área de AdOps, braço da Reamp que opera campanhas de mídia online, os novos contratados foram Anderson Sabino (ex-Dentsu Aegis Network), Manoela Vomero (ex-PSafe Brasil), Pamella Mendes e Patrick de Oliveira. Para o setor de Business Inteligence da empresa, chegaram Bianca Vieira (ex-HavasPlus) e Mirella Mesquita (ex-iDigital). E, para o Estúdio de Criação, Rodrigo Almeida (ex-Salmão Digital). Também foram contratados Claudio Buniotto (ex-F/Nazca Saatchi & Saatchi), como backoffice; e Rodrigo Louro (ex-FootRock), como planejamento.

“Vamos integrar novos colaboradores em breve para o nosso Estúdio de Criação e para a área de AdOps, que vão começar neste início de abril. Assim como os demais, também conduziremos o processo de ‘onboarding’ remotamente, devido ao Covid-19”, adianta Luciana Cordeiro, gerente de Gestão de Pessoas da Reamp. “Durante o processo, apresentamos nosso propósito, nossa missão e visão e também os valores da empresa, assim como os nossos processos e a nossa cultura corporativa. Foi a forma que encontramos de acolhê-los, apesar desse momento delicado que o Brasil e o mundo enfrentam. O novo Coronavírus transformou rotinas. Uma delas foi a maneira como passamos a contratar e realizar os processos de onboarding”, completa. “Se voltássemos hoje para a nossa sede, não teríamos espaço para acomodar todos os novos colaboradores”, revela David Reck, CEO da Reamp. “Só demonstra como o ‘home office’ veio para ficar. Já praticávamos, porém, agora, com muito mais ênfase”, conclui.

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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

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Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.

Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.

A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.

No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.

A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.

A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.

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Prio aposta em simulador de realidade virtual durante temporada do musical Wicked no Rio de Janeiro

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A aproximação entre o mercado de entretenimento e o setor de energia ganhou um novo formato na temporada carioca do espetáculo Wicked. Uma das patrocinadoras responsáveis por trazer a produção musical pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a Prio estruturou uma ativação imersiva baseada em realidade virtual para aproximar o público geral de suas operações offshore, ambiente comumente restrito aos profissionais do setor de óleo e gás.

A experiência tecnológica foi inspirada no clássico voo de vassoura retratado na história do musical. Ao utilizar os óculos de realidade virtual, os espectadores participam de uma jornada simulada que se inicia no rooftop da sede da companhia, localizada no bairro de Botafogo, e segue em direção ao litoral brasileiro, sobrevoando as plataformas de produção e os navios que integram a infraestrutura logística da empresa em alto-mar.

A iniciativa reflete o direcionamento estratégico da Prio em converter aportes culturais em experiências de marca proprietárias. Ao associar um elemento lúdico da peça teatral à rotina da companhia, a empresa utiliza a plataforma cultural como ferramenta de comunicação para traduzir conceitos de engenharia, tecnologia e inovação aplicados na extração de petróleo no país. “Grande parte do nosso trabalho acontece longe do olhar das pessoas. Aproveitamos um dos momentos mais marcantes de Wicked para criar uma experiência capaz de aproximar esse universo do público de uma forma leve, envolvente e acessível. Quando conseguimos transformar um tema complexo em algo que desperta curiosidade, criamos uma conexão genuína entre as pessoas e a nossa marca”, explica Olivia Richardson, head de comunicação e marketing da Prio.

A atração faz parte da plataforma institucional I Love Prio, divisão que centraliza os investimentos da companhia nos pilares de esporte, cultura e educação. O programa tem como diretriz apoiar projetos de democratização cultural e de incentivo social, utilizando essas frentes de visibilidade para desmistificar a complexidade operacional da indústria de energia e estreitar o relacionamento institucional com a sociedade.

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