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Rappi anuncia dark stores no Brasil e promete entregas em até 10 minutos

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Atualmente, o Rappi possui cerca de 100 dark kitchens em todo o Brasil, mas agora a startup anunciou a chegada das chamadas “dark stores”. O principal objetivo dessas lojas, será atender os serviços de delivery do superapp no Brasil. Contudo, as entregas devem terão como foco um nível alto de serviço e praticidade, para atender todas as necessidades do usuário.

Em outras palavras, o Rappi entregará diversos tipos de produtos, desde itens para o café da manhã, bebidas geladas, frutas frescas e queijo, até acessórios e produtos de limpeza, entre outros. Porém, o destaque fica para a entrega, pois elas devem ser realizadas em até 10 minutos, basta ao usuário acessar o botão “Turbo” no app.

“As novas lojas terão um mix completo dos melhores produtos premium dos varejos parceiros do Rappi para que os usuários possam obter seus itens favoritos em minutos”. Afirma Ana Bogus, diretora global de Supermercados, Farmácias e Bebidas do Rappi. 

As dark stores podem ser definidas como galpões otimizados para picking e packing express – ou preparação e retirada rápida de pedidos. “Esses locais são organizados de acordo com o nível de saída dos produtos”, explica Bogus. “Com uma tecnologia desenvolvida in-house, é possível montar o pedido em menos de dois minutos dentro da dark store enquanto o entregador parceiro já está no caminho para retirada.”

Dessa forma, as dark stores possibilitam momentos de venda adicionais para os varejos parceiros e momentos de compra adicionais aos usuários do Rappi.

“Você decide que quer uma sobremesa e o sorvete chega antes mesmo de terminar o vinho; a massa está no forno, mas você ainda pode comprar e colocar o queijo parmesão antes dela ficar pronta; você vai dormir e percebe que está sem leite de amêndoa e o produto chega antes de você escovar os dentes – são inúmeras as situações do dia a dia”, exemplifica Bogus.

Inicialmente, o serviço será inaugurado de forma simultânea em algumas das principais cidades de atuação do Rappi no Brasil. Como São Paulo, Campinas, Curitiba, Recife e Fortaleza – e também no México.

Expansão de dark stores no Brasil

A princípio, a projeção do Rappi é chegar a 60 dark stores ainda no primeiro semestre e 100 até o final de 2021. Vale ressaltar, que a entrega “turbo” terá o mesmo valor do frete convencional, e será gratuita para usuários Prime com pedidos acima de R$ 30,00.

Segundo Bogus, entregar em até 10 minutos é um comprometimento com o usuário, que receberá os produtos ainda mais rápido do hoje em dia. Além disso, as entregas não terão substituições ou interrupções, e são uma grande oportunidade para as marcas aliadas conquistarem o público por meio de ações de trade marketing.

“O lançamento das dark stores permitirá ao Rappi otimizar a logística de ponta a ponta e evitar eventuais problemas com falta de estoque ou cancelamentos, e entrega de pedidos com defeitos”, ressalta.

Com um crescimento de 79% na vertical de Supermercados, Bebidas e Farmácias em 2020 no Brasil, o Rappi encontrou mais uma maneira de facilitar a vida dos seus usuários e melhorar o nível de serviço para os clientes do superapp.

“Estamos entrando em um mercado de atuação ainda inexplorado no país. Trata-se de um novo passo na direção do chamado ‘quick commerce’, que pode acelerar ainda mais a mudança na maneira como as pessoas consomem”, finaliza Bogus.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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