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Qualitá apresenta as alegrias do Home Office ao lado dos pets

Há alguns meses em isolamento social, devido à pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas em home office adquiriram novos parceiros de trabalho, um tanto divertidos e peludos. Considerando esse cenário, Qualitá acaba de estrear uma nova campanha para sua linha de rações Premium, homenageando os pets, grandes parceiros de quarentena de muitas famílias.
Criado pela BETC/Havas, o filme mostra diversas pessoas trabalhando de casa ao lado de seus cães e gatos, todos adotados. Com cenas reais, gravadas pelos próprios donos, o vídeo destaca a rotina dos tutores junto aos talentos profissionais dos pets, descobertos durante esse período. Entre as aptidões mais encontradas estão os fiscais de hora extra, os hipnotizadores de clientes, inspetores de qualidade e até quebra-gelo de reunião.
Desde o lançamento da linha de rações premium, Qualitá adotou um posicionamento de estar ligada à causa da adoção de animais de estimação, destacando os bichinhos e suas histórias em toda a sua comunicação e estimulando as pessoas a terem um companheiro adotado, dando especial atenção aos animais resgatados por instituições de proteção animal.
Campanha de doação de ração – além de consagrá-los como uma das alegrias do dia a dia, o novo filme também reforça a importância de pensar nos animais que estão em ONGs, à espera por adoção, e precisam se manter saudáveis e bem alimentados. Por isso, entre os dias 13 e 14 de junho, a marca fará uma nova edição de uma campanha de doação de rações, na qual a cada quilo de Ração Premium Qualitá vendido nas lojas do Extra e do Pão de Açúcar de todo o País e também pelos sites das marcas (www.clubeextra.com.br e www.paodeacucar.com, respectivamente), será doada a mesma quantidade para ONGs de proteção animal, parceiras do Instituto GPA. Nas duas edições anteriores, realizadas em 2019, a Qualitá doou mais de quatro toneladas de ração.
Toda a criação e execução da campanha foram realizadas de forma remota, com auxílio da agência e da produtora, e seguindo todas as recomendações dos órgãos oficiais de saúde.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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