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Projeto inédito levará NFTs exclusivos ao festival Tim Music Noites Cariocas

Da união de duas marcas de vanguarda em suas áreas, surgiu um formato absolutamente inovador no universo das artes e do entretenimento: o “Arte nas Noites”. A Digitiva, empresa brasileira especializada em todo o ecossistema que envolve os criptoativos, se uniu ao Tim Music Noites Cariocas, evento que desde os anos 80 agita a cena cultural, com shows antológicos no Morro da Urca, para elevar ainda mais a experiência do público, a expandindo do físico para o virtual. É que pela primeira vez um festival apresentará obras de arte digitais, os cada vez mais populares NFTs, com criações feitas de forma especial, revolucionando a Economia Criativa nacional. Esses itens de arte virtual do projeto, que são limitados e certificados, assim como múltiplos, serão assinados por René Machado, um importante artista plástico do mercado de arte contemporânea, com obras presentes nas maiores e melhores mostras e galerias no Brasil e no mundo. É a união inédita entre música, artes visuais e a tecnologia de ponta.
Em cada uma das oito noites do evento, uma obra selecionada pelo René para o “Arte nas Noites” será exposta em um espaço do evento. Desta obra, que representará a temática daquela noite, apenas 50 NFTs serão disponibilizados para compras, tanto pelo público presente quanto pelos investidores e colecionadores de criptoativos que estiverem online acessando o www.artenasnoites.com.br. Cada token não-fungível (NFT) custará R$1mil (1K) e o comprador receberá, além do seu registro oficial na blockchain, um certificado físico atestando em seu nome a autenticidade da compra.
“Como carioca, me sinto honrado em produzir obras para um evento tão icônico da cidade, que reúne grandes artistas em um cartão-postal conhecido em todo o mundo”, diz o artista plástico. Especialmente no dia 26 de março, que terá a cantora IZA como atração principal, será exposta uma tela em homenagem ao ator Paulo Gustavo, amigo de longa data da cantora e René.
“Quando a ideia dos NFTs criados especialmente para o festival chegou até a mim, imediatamente me apaixonei pelo conceito. É mais um marco para o evento, que sempre teve em seu DNA, a quebra de fronteiras desde a sua criação pelo genial Nelson Motta”, vibra Luiz Calainho, responsável pelo novo TIM Music Noites Cariocas, ao lado de Alexandre Accioly.
“Idealizada e conduzida pela Digitiva, a parceria com o festival cria novas possibilidades e caminhos disruptivos envolvendo música, arte contemporânea e tecnologia de ponta. Além disso, ter ao nosso lado Renê Machado, importante artista do meio, como o criador das obras/NFT’s, é motivo de gigante orgulho”, completa.
“Hoje a música já se juntou às artes visuais como grandes responsáveis pela popularização dos NFTs, itens colecionáveis limitados, que como uma obra de arte física são negociados no ambiente digital como itens de alto valor agregado”, observa Ricardo Azevedo, sócio da Digitiva e especialista no assunto.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








