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Programa de cashback da Wine atinge marco de R$ 200 milhões

A Wine, clube de assinatura de vinhos que conta com mais de 421 mil assinaturas, já disponibilizou mais de R$200 milhões em cashback para clientes por meio de seu programa de benefícios, o WineUP. Disponível para todos os clientes que realizam compras no e-commerce, a ideia do programa de recompensas é possibilitar que o consumidor passe por uma jornada de gamificação no aplicativo Wine, que lhe renderá pontos que são convertidos em valores, os quais podem ser utilizados para adquirir novos rótulos de vinhos.
Até o momento, os consumidores já resgataram 2,7 milhões de garrafas de vinho como parte do valor gasto em compras. Prestes a completar cinco anos de existência, o WineUP faz parte da estratégia da Wine para proporcionar novas experiências de consumo aos clientes, por meio da oferta de benefícios exclusivos e recompensas atrativas, além de reconhecer os sócios do Clube Wine pela sua fidelidade.
O programa WineUP foi criado a partir do feedback dos sócios, assinantes do clube de assinaturas da Wine, o Clube Wine. Com uma equipe multidisciplinar, a empresa desenvolveu uma interface intuitiva e funcional, que permite aos usuários acumular pontos e convertê-los em prêmios e descontos. Conforme o programa, o uso de cashback está disponível pelo aplicativo da Wine para resgate e, todas as compras no site, aplicativo ou lojas físicas, são contabilizadas para ganhar pontos, que irão gerar o cashback.
“Estamos sempre em busca de algo novo, diferente, que desafie e expanda o conhecimento do consumidor sobre o mundo do vinho. E melhor ainda se essas experiências envolverem entretenimento e diversão ao saboroso universo dos vinhos”, comenta Laura Barros, diretora de marketing da Wine.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







