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Pritt estimula reciclagem e doa R$ 60 por cada atividade criativa nas redes

Apoiadora da educação e do desenvolvimento de habilidades motoras, criativas e cognitivas das crianças, a Pritt doará R$ 60 ao Instituto 5 Elementos por cada atividade com materiais recicláveis postada no Instagram. A campanha “Floresta Criativa Pritt” vai até o fim de outubro e faz parte da ação global We Craft For Children, no Brasil Nós Criamos Pelas Crianças, da Henkel.
O projeto visa estimular a criatividade infantil a partir da criação de animais da imaginação. Para participar desta ação é preciso criar um animalzinho usando materiais reciclados e cola Pritt bastão ou Pritt Tenaz líquida, e publicar com as hashtags #NósCriamosPelasCrianças, #FlorestaCriativaPritt e #
As atividades lúdicas postadas serão convertidas em doações da Henkel para o Instituto 5 Elementos, entidade sem fins lucrativos fundada em 1993 em São Paulo que promove programas e projetos de educação ambiental e ações para a formação em educação com foco em sustentabilidade. A campanha começou em 1º de outubro e os resultados serão divulgados em 29 de outubro.
A campanha vai além da contribuição social e também selecionará as montagens de animais mais criativos para entrar na Floresta Criativa Pritt. As melhores criações vão participar de uma votação no perfil da página da Pritt no Instagram e as criações vencedoras vão ganhar recriações por um passo a passo feito pelo ateliê Maria Flor @ateliemariafloroficial e postado no perfil de @PrittBrasil com a marcação do participante para que outras crianças possam fazer em casa.
“A proposta da campanha é trazer, de forma lúdica e pedagógica, elementos essenciais para o presente e futuro das crianças. A criação da colagem do animal preferido da floresta ou da imaginação utilizando produtos que seriam descartados no lixo estimula a criatividade infantil e fortalece desde cedo a importância da reciclagem para a saúde do meio ambiente. Essa é uma iniciativa divertida, interativa e educacional, que faz o participante sentir sua colaboração diretamente para programas sustentáveis”, disse Beatriz Negrão, gerente de marca e produto da Pritt, marca de adesivos escolares e escritório da Henkel.
Parceria com Instituto 5 Elementos
Além das inúmeras contribuições sociais e atividades prestadas em sustentabilidade ao longo dos anos, a Pritt selecionou o Instituto 5 Elementos para a doação por seu alinhamento com os objetivos da marca com a educação e com a campanha “Floresta Criativa Pritt”.
A instituição já decidiu o destino do recurso. “Além do desenvolvimento institucional, o projeto escolhido para apadrinhamento é transformar em um curso online da premiada coleção ‘Consumo Sustentável e Ação – Resíduos Sólidos’. O desenvolvimento de uma plataforma online de fácil acesso, moderna e interativa será dedicada a professores de ensino básico, estudantes e interessados no tema consumo responsável e a educação para a sustentabilidade”, destacou Mônica Pilz Borba, do Instituto 5 Elementos.
A campanha Floresta Criativa Pritt doará até 10 mil euros ao instituto.
Histórico com a educação e responsabilidade socia
Não é de hoje que a Henkel promove a bandeira da educação. Desde 2019, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, a Henkel já mobilizou 230 funcionários da empresa em contribuições mensais que variam de R$ 20 a R$ 100, diretamente descontadas da folha de pagamento mediante à adesão ao programa, para direcionar recursos à iniciativa “Presente Para o Futuro”.
A Pritt já está envolvida há anos em ações de responsabilidade social para a melhoria da qualidade da educação dentro e fora da sala de aula em todo o mundo. No Brasil, em 2017, em parceria com a organização humanitária internacional Plan International, a marca construiu e renovou duas escolas em áreas de vulnerabilidade na cidade de Codó, interior do Maranhão.
Em 2019, participou da campanha global “Nós Criamos Pelas Crianças” (do inglês We Craft for Children) e doou, junto com a Fundação Fritz Henkel, R$ 170 mil ao Instituto Ayrton Senna para apoio a projetos educacionais da organização que beneficiam crianças e jovens das redes públicas de ensino de todo o País. Em 2020, com a pandemia, a ação teve estrutura digital e direcionou recursos para diversos países: Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Espanha, México, Itália e África do Sul. Esse ano, a ação global será realizada no Reino Unido, Alemanha, Turquia, Espanha e Brasil com o desafio de desenvolver uma campanha para estímulo das crianças com a natureza e selecionar uma instituição para receber os recursos.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








