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Pritt estimula reciclagem e doa R$ 60 por cada atividade criativa nas redes

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Apoiadora da educação e do desenvolvimento de habilidades motoras, criativas e cognitivas das crianças, a Pritt doará R$ 60 ao Instituto 5 Elementos por cada atividade com materiais recicláveis postada no Instagram. A campanha “Floresta Criativa Pritt” vai até o fim de outubro e faz parte da ação global We Craft For Children, no Brasil Nós Criamos Pelas Crianças, da Henkel.

O projeto visa estimular a criatividade infantil a partir da criação de animais da imaginação. Para participar desta ação é preciso criar um animalzinho usando materiais reciclados e cola Pritt bastão ou Pritt Tenaz líquida, e publicar com as hashtags #NósCriamosPelasCrianças, #FlorestaCriativaPritt e #NósCriamosPeloInstituto5Elementos no Instagram, em conta aberta até 26 de outubro.

As atividades lúdicas postadas serão convertidas em doações da Henkel para o Instituto 5 Elementos, entidade sem fins lucrativos fundada em 1993 em São Paulo que promove programas e projetos de educação ambiental e ações para a formação em educação com foco em sustentabilidade. A campanha começou em 1º de outubro e os resultados serão divulgados em 29 de outubro.

A campanha vai além da contribuição social e também selecionará as montagens de animais mais criativos para entrar na Floresta Criativa Pritt. As melhores criações vão participar de uma votação no perfil da página da Pritt no Instagram e as criações vencedoras vão ganhar recriações por um passo a passo feito pelo ateliê Maria Flor @ateliemariafloroficial e postado no perfil de @PrittBrasil com a marcação do participante para que outras crianças possam fazer em casa.

“A proposta da campanha é trazer, de forma lúdica e pedagógica, elementos essenciais para o presente e futuro das crianças. A criação da colagem do animal preferido da floresta ou da imaginação utilizando produtos que seriam descartados no lixo estimula a criatividade infantil e fortalece desde cedo a importância da reciclagem para a saúde do meio ambiente. Essa é uma iniciativa divertida, interativa e educacional, que faz o participante sentir sua colaboração diretamente para programas sustentáveis”, disse Beatriz Negrão, gerente de marca e produto da Pritt, marca de adesivos escolares e escritório da Henkel.

Parceria com Instituto 5 Elementos

Além das inúmeras contribuições sociais e atividades prestadas em sustentabilidade ao longo dos anos, a Pritt selecionou o Instituto 5 Elementos para a doação por seu alinhamento com os objetivos da marca com a educação e com a campanha “Floresta Criativa Pritt”.

A instituição já decidiu o destino do recurso. “Além do desenvolvimento institucional, o projeto escolhido para apadrinhamento é transformar em um curso online da premiada coleção ‘Consumo Sustentável e Ação – Resíduos Sólidos’. O desenvolvimento de uma plataforma online de fácil acesso, moderna e interativa será dedicada a professores de ensino básico, estudantes e interessados no tema consumo responsável e a educação para a sustentabilidade”, destacou Mônica Pilz Borba, do Instituto 5 Elementos.

A campanha Floresta Criativa Pritt doará até 10 mil euros ao instituto.

Histórico com a educação e responsabilidade socia
Não é de hoje que a Henkel promove a bandeira da educação. Desde 2019, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, a Henkel já mobilizou 230 funcionários da empresa em contribuições mensais que variam de R$ 20 a R$ 100, diretamente descontadas da folha de pagamento mediante à adesão ao programa, para direcionar recursos à iniciativa “Presente Para o Futuro”.

A Pritt já está envolvida há anos em ações de responsabilidade social para a melhoria da qualidade da educação dentro e fora da sala de aula em todo o mundo. No Brasil, em 2017, em parceria com a organização humanitária internacional Plan International, a marca construiu e renovou duas escolas em áreas de vulnerabilidade na cidade de Codó, interior do Maranhão.

Em 2019, participou da campanha global “Nós Criamos Pelas Crianças” (do inglês We Craft for Children) e doou, junto com a Fundação Fritz Henkel, R$ 170 mil ao Instituto Ayrton Senna para apoio a projetos educacionais da organização que beneficiam crianças e jovens das redes públicas de ensino de todo o País. Em 2020, com a pandemia, a ação teve estrutura digital e direcionou recursos para diversos países: Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Espanha, México, Itália e África do Sul. Esse ano, a ação global será realizada no Reino Unido, Alemanha, Turquia, Espanha e Brasil com o desafio de desenvolver uma campanha para estímulo das crianças com a natureza e selecionar uma instituição para receber os recursos.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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