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Por Nós, nova campanha da CRANE para a Bayer

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Conjunto de ações desenvolvidas no digital visa alertar a importância do acesso integral ao tratamento para câncer colorretal e hepático

Uma das jornadas mais difíceis na vida de uma pessoa e dos familiares é receber um diagnóstico de câncer, e o tratamento precoce é um fator decisivo para o sucesso da doença. A campanha “Por Nós”, desenvolvida pela Crane para a Bayer, é em prol do acesso integral ao tratamento do câncer colorretal e hepático, com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida, e sobrevida, aos pacientes diagnosticados com esta doença.

A campanha já está circulando pelas plataformas digitais, garantindo que a comunicação atinja o target, gerando consideração e conscientização das pessoas que estão passando por este momento delicado, sejam elas pacientes, familiares, médicos e técnicos envolvidos na jornada de identificação e tratamento das doenças.

Presente no Facebook, Linkedin e Google, a campanha conta com estratégia de search e mídia programática, por ter mais controle da segmentação e uma melhor relação custo x alcance. Para Fabio Shimana, CEO da Crane, “a campanha ‘Por Nós’ chega para atingir todos os públicos envolvidos quando existe um diagnóstico positivo para o câncer colorretal e hepático, que são bastante agressivos. É um ‘por nós’ enquanto pacientes que buscam uma solução, mais qualidade de vida, mais sobrevida para viver momentos inesquecíveis e criar memórias. É um ‘por nós’ enquanto familiares e amigos, que querem aproveitar todos os momentos com quem se ama, e que não se sabe até quando estarão em seu ciclo de convivência, afinal, a doença pode evoluir e chegar ao óbito. E é um ‘por nós’ enquanto médicos e profissionais da saúde, que detectam e acompanham a doença e que, à vezes, por conta do grau da evolução do câncer ou por condições financeiras da família – por não terem condições de arcar com os medicamentos muitas vezes caro – ficam de mãos atadas, acompanhando de longe, mas sofrendo de muito perto. Queremos trazer essa discussão à tona, queremos convidar as pessoas a questionarem o valor de suas vidas e das vidas de quem se ama.”

O câncer colorretal, também conhecido como câncer de cólon e reto ou câncer do intestino grosso, é o terceiro mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres no Brasil. Por conta da importância de ampliar o conhecimento sobre a sua alta incidência e o alerta sobre opções de tratamento específicas para cada paciente, a campanha é realizada pela Bayer e conta com o apoio do Instituto Vencer o Câncer (IVOC) e do Instituto Oncoguia,

“Em um momento em que vivemos em meio a uma pandemia, onde centenas de vidas são perdidas diariamente, é ainda mais frequente o questionamento: quanto vale uma vida? Quanto vale uma memória, um momento inesquecível, uma ocasião única, uma sobrevida? Por isso, a campanha ‘Por Nós’ vem nos desafiar a pensarmos ainda mais no próximo, e no que pode ser feito para que estes pacientes tenham mais tempo com as pessoas que amam. Por isso, é importante conscientizar a sociedade e as autoridades sobre a importância do acesso ao tratamento integral do paciente com câncer colorretal e hepático”, diz Cleidson Marques, gerente de produto da Divisão Pharmaceuticals da Bayer.

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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